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D�lar fecha m�s abaixo de R$ 3,00 e bolsa sobe 11,8%

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O dólar fechou agosto abaixo dos R$ 3, contrariando previsões feitas no fim de julho. A moeda dos EUA subiu ontem 0,70%, vendida a R$ 2,979, e acumulou leve alta de 0,33% no mês, mas baixa de 16% no ano. É o quinto mês consecutivo em que a cotação termina o período abaixo dos R$ 3. O avanço das reformas no Congresso e o corte da taxa básica de juro acima do esperado ajudaram a dissipar as turbulências surgidas no início do mês. A melhora do cenário político renovou o apetite dos investidores estrangeiros por ativos brasileiros. Risco O risco-Brasil subiu 0,28%, estimado em 703 pontos, nesta sexta-feira, retomando o ritmo de alta interrompido na quarta-feira, quando fechou em 681 pontos (menor nível desde 15 de fevereiro de 2001). O C-Bond, principal título da dívida do Brasil operou com estabilidade e fechou com variação negativa de 0,06%, negociado a 90,18% de seu valor de face. Ranking Juros menores e o avanço na reforma da Previdência ajudaram a Bovespa a encerrar agosto no topo da lista das aplicações mais rentáveis. Depois de patinar no início do mês, o índice das principais ações protagonizou o ciclo mais longo de alta em seis anos: 11 pregões seguidos de valorização. Esse desempenho construiu a base para o Ibovespa atingir o melhor nível desde 2001 e acumular ganhos de 11,8% em agosto. Na segunda posição do ranking apareceu o ouro, que subiu 6,4% em agosto, em terceiro está o C-Bond, com avanço de pouco mais de 4%, seguido pelo CDI, que serve de referência para aplicações em fundos de renda fixa e que acumulou alta de 1,76% no mês, enquanto a inflação medida pelo Índice Geral de Preços do Mercado (IGP-M) foi de 0,38% no período. O dólar acabou no fim da lista, com discreta alta de 0,33% frente ao real. Braskem As ações preferenciais da Braskem registraram o melhor desempenho entre os papéis do Ibovespa em agosto. Segundo analistas e operadores, um dos principais motivos foi a reestruturação da dívida da empresa. As ações da companhia petroquímica subiram 42,6% este mês, segundo dados da Economática, enquanto o principal indicador da bolsa paulista acumulou uma alta de 11,8% no mesmo período. Apesar da forte alta, alguns analistas ainda apostam em uma valorização dos papéis. A corretora Fator Dória Atherino, por exemplo, reiterou sua posição de compra para a ação esta semana e avaliou um potencial de valorização de mais de 50%.

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