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Importações

PRODUTOS VARIAM DE BOLSAS A CABOS DE ALUMÍNIOS

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No caso de Marechal Deodoro, cerca de 10 importadores trouxeram para Alagoas em 2019, em sua maioria derivados halogenados de hidrocarboneto (59%) e cordas e cabos de alumínio (11%), além de outra gama de produtos com menor participação, como polímeros, fibra ótica e cabos. Estes produtos atendem demandas de empresas situadas no Polo Industrial de Marechal Deodoro. Os países de origem desses materiais são Estados Unidos da América (62%) e China (27%). O produto mais importado em Rio Largo, terceira cidade que mais importou em Alagoas no ano passado, foram ácidos monocarboxílicos acíclicos não saturados (45%) e derivados da indústria química. O países que mais importaram para Rio Largo foram China (34%), Estados Unidos da América (16%), Taiwan (12%) e Rússia (11%). A turística Maragogi concentrou as importações de 2019 em malas e bolsas de diversos tipos (88%) oriundas 96% da China. Já a “capital do Agreste”, Arapiraca, importou em sua maioria peixes e derivados (54,8%), produtos hortícolas (11%) e azeite (6%). Argentina e Noruega foram os principais mercados emissores para Arapiraca em 2019, com 29% e 26% de participação, respectivamente. Já a pequena Santa Luzia Norte, região metropolitana de Maceió, importou 100% dos Estados Unidos da América, adubos e fertilizantes (79,7%). Quando o assunto é exportação, o açúcar derivado da cana-de-açúcar é o principal produto alagoano enviado para fora do Brasil. Ele é responsável por 87% das importações do estado. Os principais mercados compradores do açúcar alagoano são Estados Unidos da América, Argélia e Canadá, com participação de 20%,17% e 16%, respectivamente. As exportações do açúcar alagoano movimentaram US$ 271,98 milhões – cerca de R$ 1,1 bi. Os principais municípios exportadores de Alagoas são Coruripe, com US$ 63,8 milhões – cerca de R$ 271 mi no câmbio atual; São Luís do Quitunde, com US$ 56 mi, cerca de R$ 238 mi, e Maceió, com US$ 23.2 – cerca de R$ 97,7 mi. Os três municípios representam 45% das exportações de todo o estado e são os únicos que ultrapassaram os US$ 20 milhões – cerca de R$ 85 milhões, em exportações no ano passado. O produto mais exportado pela cidade de Coruripe no ano passado, responsável por 95% da exportação da cidade, foi açúcar de cana ou de beterraba e sacarose quimicamente pura, no estado sólido. Foram US$ 60,5 mi –cerca de R$ 257 milhões. Os principais países receptores dos produtos de Coruripe foram Canadá, com 19% de participação nas exportações, Portugal, 17%; Estados Unidos, 14%, e Tunísia, 13%. No caso de São Luís do Quitunde, segundo maior exportador do estado, o açúcar foi responsável por 100% das exportações em 2019. Canadá, Argélia e Reino Unido foram os principais países compradores.

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