Economia
D�lar fecha cotado a R$ 2,962 e acumula queda de 16,4% no ano
São Paulo ? O dólar fechou, ontem estável, cotado a R$ 2,962, enquanto o mercado aguarda a votação da reforma tributária no primeiro turno na Câmara. No ano, a moeda americana acumula queda de 16,4%. O dólar oscilou entre um valor mínimo de R$ 2,949 (queda de 0,40%) e um máximo de R$ 2,967 (alta de 0,20%). Foi o nono fechamento do dólar abaixo do patamar de R$ 3,00. Os investidores estão otimistas. Dizem que esperam a aprovação do relatório no Congresso. A entrada de divisas no país segue forte. Ontem, o ministro do Desenvolvimento, Luiz Fernando Furlan, disse que o saldo da balança comercial caminha para fechar o ano com um superávit de US$ 20 milhões. A expectativa de Furlan não chegou a surpreender o mercado. A Associação de Comércio Exterior do Brasil (AEB)) prevê um superávit comercial de US$ 20,5 bilhões para este ano. Se confirmada essa cifra, será recorde histórico, batendo os US$ 19,2 bilhões de 1988. De janeiro a agosto, o saldo acumulado está em US$ 15,132 bilhões no ano. Bolsa em alta A Bovespa repete, no começo de setembro, a euforia instalada no mês passado, quando chegou a subir 11 pregões consecutivos. Ontem, o principal índice da Bolsa paulista (Ibovespa)fechou em alta pelo quarto dia seguido e atingiu o maior nível em dois anos e meio, com os investidores apostando na aprovação da reforma tributária no Congresso. O Ibovespa, que reúne as 54 ações mais negociadas, subiu 1,16% e encerrou aos 15.633 pontos, o patamar mais elevado desde março de 2001. O pregão foi movimentado. O volume financeiro totalizou R$ 1,142 bilhão, acima da média diária de agosto (R$ 828,2 milhões). O número de negócios (55.545) se aproximou no recorde histórico batido no último dia 13 do mês passado (59.398 transações).