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Telef�nicas lideram reclama��es no Procon

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EDIVALDO JUNIOR As empresas de telefonia ? fixa e móvel ? continuam ?torrando? a paciência dos usuários alagoanos. Elas lideram com folga o ranking das reclamações feitas no Procon ? órgão estadual de defesa do consumidor ? segundo nota distribuída, ontem, pela Secretaria Executiva de Comunicação Social. Das 12 empresas com maior número de reclamações listadas pela instituição, quatro (OI, Telemar, TIM e BCP) são de telefonia. Na lista ainda aparecem prestadores de serviços públicos, bancos, supermercados e lojas de departamento. A OI, operadora de celular, foi a campeã na lista da insatisfação. Os usuários fizeram 267 denúncias contra a companhia. Deste total, 151 reclamações foram resolvidas e 116 ainda aguardam solução. O levantamento do Procon, divulgado ontem, tem dados colhidos desde 1o de janeiro até 17 de setembro de 2003. Considerado o período, a média de reclamações contra a OI é de mais de uma ocorrência por dia. Em segundo lugar no ranking das reclamações dos consumidores aparece a Telemar, operadora de telefonia fixa, com 253 ocorrências. Até agora, a empresa conseguiu resolver 175 reclamações, entre os casos listados pelo Procon, e 75 continuam pendente de solução. A nota da Secom não oferece maiores detalhes sobre as outras empresas com maior número de reclamações no Procon, que é seqüenciada pela Casal, TIM, Bompreço, Ceal, Banco do Brasil, C&A, Caixa Econômica Federal, Sul América Capitalização, Embratel e BCP. Reclamações De acordo com dados do Procon, as principais reclamações contra as empresas de telefonia se concentram em cobranças consideradas indevidas pelos consumidores. Nas lojas de departamentos, os registros são, na maioria, contra defeitos dos produtos. Contra bancos e empresas de capitalização, as maiores queixas são feitas contra cobrança indevida, altos juros e propaganda enganosa. Segundo a nota da Secom, a superintendente do Procon, Wedna Miranda, explicou que o maior objetivo do levantamento é harmonizar a relação entre empresas e consumidores. ?Muitas vezes, os problemas não são resolvidos porque as empresas não sabem como fazê-lo. Por isso, trabalhamos juntos às empresas e aos consumidores pela harmonização das relações?, afirmou Wedna.

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