Economia
Com alta acumulada de 1,10% na semana, d�lar fecha a R$ 2,935
São Paulo - O dólar fechou ontem em leve queda de 0,17%, cotado a R$ 2,935, acumulando alta de 1,10% na semana, mas queda de 1,40% no mês e de 17,20% no ano. A moeda dos EUA oscilou entre mínima de R$ 2,922 (-0,61%) e máxima de R$ 2,95 (+0,34%). Nos momentos de alta, operadores citavam o interesse dos bancos de inflar as cotações para lucrar mais com o vencimento de cerca de US$ 2 bilhões em títulos cambiais que o governo vai resgatar no próximo dia 1º de outubro. Mas o dólar acabou voltando a cair no final da manhã com o fluxo positivo de recursos e a notícia de que o governo quer captar US$ 5,5 bilhões em 2004. Além disso, favoreceu a queda das cotações a informação de que o Tesouro Nacional deve comprar até o fim do ano US$ 700 milhões para pagar compromissos da dívida externa. Esse valor foi considerado baixo, o que se traduz em menor pressão no câmbio. Risco-Brasil Durante o dia risco-Brasil rompeu a barreira dos 700 pontos, atingindo o maior patamar em 25 dias. O indicador, medido pelo banco americano JP Morgan, chegou a subir nesta sexta-feira mais de 2% e atingiu 701 pontos. No fechamento, a taxa de risco-Brasil (medida pelo J. P. Morgan) subiu 2,04%, para 699 pontos básicos. O C-Bond encerrou em queda de 0,13%, cotado a 91,37% de seu valor de face. Bolsa A Bolsa de Valores de São Paulo acabou fechando praticamente estável nesta sexta-feira. Do início de agosto até a quinta-feira passada, a bolsa paulista acumulava alta superior a 28%. Na última sexta-feira, o noticiário externo começou a pesar e deu motivos para os investidores embolsarem lucros. De lá para cá, a perda foi de 6,4%. Ontem, o Ibovespa fechou com oscilação positiva de 0,03%, a 15.811 pontos.