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D�lar volta a cair com capta��es no exterior

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São Paulo ? Anúncios de novas captações externas e a queda do risco Brasil levaram o dólar a fechar em queda de 0,34%, a R$ 2,86, a menor cotação em uma semana. A moeda dos EUA chegou a ser negociada pelo valor mínimo de R$ 2,851, uma baixa de 0,66%. Contribuiu ainda para a queda o tom otimista do relato feito ministro Antonio Palocci (Fazenda) sobre sua reunião com a equipe do FMI, que está no país para a revisão do atual acordo. Ele qualificou de ?muito boa? a conversa com o Fundo e deu a entender que a decisão sobre a renovação do acordo pode sair em dez dias. A queda da remuneração dos títulos americanos também favoreceu o movimento de recuperação do C-Bond, principal papel da dívida brasileira, que voltou a ser negociado com valorização e acima do patamar de US$ 0,92. Mas a entrada de recursos externos foi o principal motivo para o recuo das cotações. Ontem foi concluída uma captação de US$ 30 milhões, em bônus de um ano, pelo grupo CP Cimento, dono da Cimento Tupi. A Braskem também anunciou nova captação. Bolsa sobe O Ibovespa subiu 2,69%, aos 18.227 pontos e voltou a fechar acima do nível dos 18.000 pontos, o que não ocorria desde a quarta passada. No entanto, o volume financeiro ficou abaixo da média, somando R$ 799,9 milhões. O principal destaque do pregão foi a disparada das ações da Embratel, após divulgar um lucro de R$ 15 milhões no terceiro trimestre, contrariando expectativas do mercado. O papel ON subiu 12,4%, a maior alta do Ibovespa. A ação PN ficou em a segunda maior alta (+11,4%) e foi a segunda mais negociada. Também ajudou a impulsionar o mercado de ações o otimismo do ministro Antonio Palocci com o FMI. No mês, o Ibovespa acumula alta de 13,8%. No ano, os ganhos alcançam 61,7%. Risco cai 1,99% O C-Bond, principal papel da dívida brasileira negociado no exterior, encerrou com leve alta de 0,27%, para 92,437% de seu valor de face. A taxa de risco-país, medida pelo J.P. Morgan, caiu 1,99% e terminou a 639 pontos-base.

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