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Industriais alagoanos otimistas com economia

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Os industriais alagoanos estão mais otimistas com as perspectivas gerais da economia e dos setores de atividades econômicas para o final do ano, em comparação com o segundo trimestre. Segundo o presidente da Federação das Indústrias do Estado de Alagoas (FIEA), empresário José Carlos Lyra de Andrade, o Indicador de Nível de Atividade (INA) divulgado esta semana pela Federação das Indústrias de São Paulo (FIESP), atenuou o pessimismo da classe empresarial. De acordo com o INA, a atividade da indústria paulista cresceu 6% em setembro na comparação com agosto e 5,5% em relação ao mesmo mês do ano passado. NO geral, os indicadores apontam para uma estabilidade relativa ao acumulado em todo o ano. A pesquisa fez a FIESP mudar as suas projeções referentes ao desempenho da economia brasileira. A expectativa agora é de que 2003 feche com uma queda de, no máximo, 1% na atividade industrial. A previsão anterior era de que a queda poderia chegar a 1,5%. Entre os industriais alagoanos, afirma José Carlos Lyra, as expectativas eram menos otimistas. Os dados do documento Sondagem Industrial, elaborado pela Unidade Técnica da FIEA referente ao segundo trimestre de 2003, mostravam que, para 35,7% deles, o ambiente neste período foi desfavorável. Mesmo assim, para 42,9% dos dirigentes industriais do Estado, essa pressão não chegou a afetar o curso geral de seus negócios. Normalmente, revela o presidente da Federação das Indústrias,, José Carlos Lyra de Andrade, é a elevada carga tributária que sempre aparece em primeiro na listra em que os industriais apontam suas dificuldades. ?A exorbitância dos tributos são sempre o mais agravante no quadro dos problemas que emperram o desenvolvimento industrial?, concluiu.

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