Pandemia
SETOR DE ALIMENTAÇÃO APRESENTA BONS RESULTADOS
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Neste cenário recessivo, o presidente da Fecomércio considera que o setor de alimentação apresenta bom desempenho por causa da peculiaridade do momento. Isso pode ser confirmado com o balanço divulgado pela Secretaria de Estado da Fazenda, que avaliando o volume de emissão de notas fiscais ao consumidor, apontou um crescimento de 2,19% no período de isolamento frente à mesma semana anterior ao isolamento.
Ele lembrou que o setor abrange hipermercados, mercadinhos, bares, restaurantes e lanchonetes. Estes, embora não pudessem atender a clientes, atenderam a demanda por meio do sistema pague e leve. “Nesse particular, não houve uma estratégia bem definida. Arriscaria dizer que foi até circunstancial: o isolamento criou uma corrida aos hipermercados, onde muitos consumidores adquiriram mais que o normal mensalmente, estocando produtos”.
Quando fala de bares e restaurantes, o presidente da Fecomércio destaca o atendimento delivery. A estratégia, segundo ele, é se aproximar dos consumidores por plataformas digitais. As novas estratégias de vendas geraram ofertas de empregos.
Gilton Lima disse, porém, não ter como mensurar a situação. Oficialmente também fica difícil justificar a informação porque os dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) do Ministério da Economia foram suspensos temporariamente.
Na avaliação do presidente da Fecomércio, a indústria do Turismo sente a recessão. Ao pensar como turista, considerou os efeitos negativos na cadeia que envolve hotel, pousada, restaurantes, bares, transporte aéreo, terrestre, marítimo, entretenimento e lazer, entre outros que compõem o segmento. “
Em seguida, há os serviços de abastecimento ao grupo acima citado e os decorrentes dele,como lavanderia, padaria, farmácia, comércio, abastecimento distribuição e logística de alimentos, assessoria jurídica, marketing, administrativa etc”. AF