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Pandemia

TRADE TURÍSTICO DEVE TER PERDA DE R$ 1,5 BILHÃO

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Ao acompanhar recentes informações da Associação Brasileira da Indústria de Hotéis em Alagoas (ABIH-AL) e doo Maceió Convention & Visitors Bureau (MV&VB), Gilton, Lima percebeu que Alagoas está com 90% dos meios de hospedagens fechados e a quase total paralisação das atividades turísticas. Estimou que o trade turístico deverá perder cerca de R$ 1,5 bilhão nos próximos nove meses. Os dados levam em conta a ocupação média anual, oferta de leitos e despesa média por turista zeradas nos meses de abril, maio e junho. Tudo isso o leva a crer que o retorno da atividade turística será gradual e seguirá tendências de hábitos adquiridos durante a pandemia e que se tornarão, possivelmente, protocolo de conduta, tanto pelos turistas quanto pelos prestadores de serviços em geral. A segurança sanitária será a base que servirá de escolha para os que pretenderão viajar e as experiências significativas também figurarão como diferencial competitivo. Com base nas projeções anteriores realizadas pelo Instituto Fecomércio-AL, a estimativa é que até o final de junho haverá perda na geração de riqueza superior R$ 2,5 bilhões, isso se contarmos os Serviços e Comércio nessa flexibilização. A assessoria econômica da Fecomércio avalia que não há como falar de crescimento. A tentativa é identificar o quanto haverá de redução da atividade econômica este ano. A projeção do Banco Central, no Boletim Focus, aponta queda de 3,76%. Com base nesta estimativa, o presidente da Fecomércio disse só ser possível falar em forma de recuperar prejuízos ao longo do ano. “Apenas como exemplo, hoje [12/05], foi divulgada a Pesquisa Mensal de Serviços e, em Alagoas, a queda de março ante fevereiro foi de 7,3%. O prejuízo de janeiro a março, comparado com o mesmo período do ano passado, foi de 4,3%, tendo o setor acumulado queda de 5,9% nos últimos 12 meses”, destacou.

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