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TAXA DE LARES QUE RECEBEM AUXÍLIO É A 4ª MAIOR DO PAÍS
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Levantamento divulgado nesta quarta-feira (24), pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) revela que 57,1% dos 965 mil domicílios alagoanos estão recebendo o auxílio emergencial do governo federal. É a quarta maior taxa do País, atrás apenas do Amapá, que aparece em primeiro lugar do ranking, com 61,8% das residências, Maranhão (61,7%) e Pará (58,7%). O benefício é uma iniciativa do governo federal para reduzir os impactos socioeconômicos causados pela pandemia de Covid-19.
Como a Gazeta de Alagoas mostrou, as duas primeiras parcelas do auxílio emergencial já injetaram R$ 1,6 bilhão na economia do Estado, atendendo a 406,8 mil famílias espalhadas pelos 102 municípios alagoanos. A terceira parcela do benefício começou a ser paga na quarta-feira (17), para os beneficiários do Bolsa Família de Alagoas. Os repasses, que variam de R$ 600 a R$ 1.200, obedecem ao calendário habitual do programa, que segue até 30 de junho. Os primeiros a receberem foram os beneficiários com Número de Identificação Social (NIS) final 1. Nesta quarta-feira, recebem os alagoanos com NIS final 6. De acordo com a pesquisa do IBGE, os estados com os menores índices de domicílios que recebem o auxílio emergencial do governo federal são Santa Catarina, onde 20,9% das residências rebebem, Rio Grande do Sul (24,1%), Distrito Federal (28%), São Paulo (28,8%) e Rio de Janeiro (31%). A pesquisa do IBGE é uma versão da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua realizada com apoio do Ministério da Saúde para identificar os impactos da pandemia de Covid-19 no mercado de trabalho e para quantificar as pessoas com sintomas associados à síndrome gripal no Brasil. De acordo com os dados, o distanciamento social provocado pela pandemia de covid-19 deixou 9,7 milhões de trabalhadores brasileiros sem remuneração em maio de 2020. O número corresponde a mais da metade (51,3%) das 19 milhões de pessoas que estavam afastadas de seus trabalhos e a 11,7% da população ocupada do país, que totalizava 84,4 milhões no mês. A pesquisa não revela dados de quantos alagoanos ficaram sem remuneração no período.