Economia
EMPRESA CONFIRMA PARALISAÇÃO DA OBRA
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Cerca de 50% das obras contratadas pela GPS Empreendimento na captação, no aqueduto e na estação de tratamento do sistema Catolé-Cardoso foram executadas. Quem afirma é um dos engenheiros da empresa, Fernando Melo, ao acrescentar que o contrato ainda é vigente. “A conclusão das obras depende do estado. Estamos contratados para isso”, explicou, ao revelar ainda que as obras não foram continuadas porque “não pagaram [o Estado] 100%. O contrato está temporariamente paralisa do”.
A obra era executada com recursos de convênios com o governo federal. “A gente está aguardando recursos para a retomada desta obra”. O valor original do contrato era de R$ 16 milhões. Como sofreu revisão anual, chegou a R$ 73,7 milhões. As obras executadas até agora foram frutos de convênios no valor de R$ 10 milhões e outro em andamento no valor estimado em R$ 5,6 milhões, ou seja, a empresa executou obras que, em valores absolutos somam R$ 15 milhões (valores sem correção).
A GPS Empreendimentos moveu uma ação contra o governo de Alagoas para que cumpra o contrato que vem se arrastando desde 2007. O advogado da empresa, Gustavo Delduque, confirmou a ação. Ao explicar os motivos das paralisações constantes da obra, disse que ao longo dos anos, o estado dava a ordem de serviço, em seguida alegava falta de recursos e mandava paralisar a obra. Isto foi até que se conseguiu recursos de convênios com o governo federal e o governo emitiu nova ordem de serviço, mas não demorou muito e parou novamente.
Depois de um certo momento, a empresa decidiu fazer um aditivo de prazo. A Procuradoria Geral do Estado decidiu voltar a discutir o primeiro aditivo e tentou desfazer o contrato por excesso de prazo da obra que não avança .AF