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Levantamento

NÚMERO DE ALAGOANOS QUE RECEBEM AUXÍLIO ULTRAPASSA 1,2 MILHÃO

Volume de pessoas contempladas com o benefício do governo federal é 3,6 vezes maior que trabalhadores com carteira assinada

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Alagoanos que recebem auxílio emergencial do governo federal somam 1,2 milhão
Alagoanos que recebem auxílio emergencial do governo federal somam 1,2 milhão -

Levantamento feito pelo site Poder 360 com dados do governo federal mostra que o número de beneficiários do auxílio emergencial em Alagoas é 3,6 vezes maior do que o número de trabalhadores com carteira assinada no estado. São 1.200.693 beneficiários do programa, contra 327.693 empregados.

De acordo com o levantamento, o total de beneficiários do programa é maior que o de trabalhadores com carteira assinada em 25 Estados. Apenas Santa Catarina e Distrito Federal contam com mais empregados com carteira assinada do que beneficiários do auxílio emergencial. Em todo o País, são 65,4 milhões de pessoas recebendo o auxílio para 37,7 milhões de empregos. As pessoas recebendo o auxílio já correspondem a 68% dos 96,1 milhões de brasileiros na força de trabalho.

No Nordeste são 21,3 milhões recebendo o benefício e 6,3 milhões com emprego com carteira assinada. Em todos os Estados da região há pelo menos o triplo de beneficiários em relação aos empregos formais. A maior proporção entre empregados e beneficiários é registrada no Maranhão, onde há 5 pessoas recebendo o benefício para cada empregado com carteira. Conforme mostrou a Gazeta, um estudo da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) revelou que o pagamento do auxílio emergencial representa 6,4% do Produto Interno Bruto (PIB) de Alagoas, tendo como base o PIB nominal de 2019. O estudo foi desenvolvido pelos economistas Ecio Costa e Marcelo Freire. De acordo com a Caixa Econômica Federal (CEF), até o dia 21 de julho já tinham sido pagos R$ 2,4 bi em Alagoas. De acordo com os pesquisadores, o impacto do programa no PIB do País deve ser de 2,5%. O percentual de participação no PIB estimado para Alagoas é o quarto maior do Brasil, menor somente do que as estimativas para o Maranhão, onde o impacto do benefício deve chegar a 8,6% do PIB, logo após aparece o Piauí com 7,9% e Paraíba (6,7%). Ainda segundo o estudo, o montante referente ao auxílio representa mais de 10% do PIB de 57 cidades alagoanas e significa 19,7% da Massa de Rendimentos da população de Alagoas.

* Sob supervisão da editoria de Economia.

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