Economia
INTENÇÃO DE CONSUMO TEM PIOR RESULTADO EM 10 ANOS
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A Intenção de Consumo das Famílias (ICF) subiu 1,2% entre novembro e dezembro para 72,1 pontos, mas ainda recua 25,1% ante dezembro de 2019, informou nessa segunda-feira (21) a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), que calcula o indicador.
Embora tenha registrado saldo positivo na margem, com maior patamar desde maio de 2020 (81,7 pontos), foi o pior patamar para meses de dezembro da série histórica do índice, iniciada em 2010, influenciada pela crise econômica causada pela pandemia.
Dos sete tópicos usados para cálculo do ICF, seis apresentaram alta em dezembro ante novembro. É o caso de emprego atual, com alta de 0,6% para (88,1 pontos); perspectiva profissional, com aumento de 3%, para 86,9 pontos; renda atual, alta de 1%, para 78,8 pontos; acesso ao crédito, com aumento de 1,4%, para 85,2 pontos; nível de consumo atual, com expansão de 0,9%, para 55 pontos; e perspectiva de consumo, com alta de 1% para 67,4 pontos. O único tópico a apresentar recuo, nessa comparação, foi momento para duráveis, com queda de 0,2%, para 43,6 pontos.
Entretanto, na comparação com dezembro do ano passado, todos os tópicos apresentaram recuo em dezembro desse ano. É o caso das quedas em emprego atual (-26,1%); perspectiva profissional (-17,9%); renda atual (-30%); acesso ao crédito (-5,7%); nível de consumo atual (-25,7%); perspectiva de consumo (-31,7%); e momento para duráveis (-41%).
Para a CNC, houve sinais de melhora no consumo, no curto prazo, mas as famílias ainda se mostram insatisfeitas em relação à situação atual do mercado de trabalho. Isso teve impacto no tópico perspectiva de consumo, pontuou a entidade.
Na pesquisa, 55,7% dos entrevistados em dezembro informaram que vão consumir menos, nos próximos meses. Essa fatia é abaixo de novembro (57,2%), para a mesma pergunta; mas muito acima do observado em dezembro de 2019 (37,6%).
RAPIDEZ COM PIX
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Uma pesquisa da área de inteligência de mercado da Globo mostra que praticidade e rapidez são as características preferidas de quem aderiu ao PIX, novo sistema de pagamentos instantâneos brasileiro, desenvolvido pelo Banco Central. Por “praticidade”, o destaque escolhido pelos entrevistados é a simplificação das transferências de dinheiro por meio das chaves PIX, deixando de lado uma série de dados que eram necessários para DOCs e TEDs. A “rapidez” é uma menção à velocidade tanto de transferência de dinheiro, como de confirmação dos pagamentos.
A ideia da pesquisa era compreender como os usuários estão utilizando a ferramenta e seu potencial que ainda pode ser explorado.