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Combustíveis

PREÇO DA GASOLINA VENDIDA EM ALAGOAS TEM ALTA DE 1,97%

Em média, o valor do litro do combustível foi comercializado no Estado a R$ 4,961, contra R$ 4,865 registrados no mês anterior

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A taxa média da gasolina alagoana superou a média nacional
A taxa média da gasolina alagoana superou a média nacional -

O preço da gasolina comum vendida nos postos alagoanos encerrou o mês de dezembro de 2020 com uma alta de 1,97%, na comparação com o mês anterior, segundo levantamento divulgado nesta segunda-feira (4), pela ValeCard. Em média, o valor do litro do combustível foi comercializado no Estado a R$ 4,961, contra R$ 4,865 registrados no mês anterior. De acordo com o levantamento, taxa média da gasolina alagoana superou a média nacional, que foi de 1,83%. Em todo o País, o valor, que havia registrado queda entre janeiro e maio, já havia subido em todos os meses de junho a novembro e voltou a aumentar em dezembro, pelo sétimo mês consecutivo, chegando a R$ 4,714 – no mesmo patamar de valor de dezembro de 2019 – e acumulando uma alta de 17,55% em relação a maio. Em dezembro, as maiores altas do preço no país foram registradas no Amazonas (4,61%) e em Pernambuco (3,65%). Por outro lado, São Paulo (0,85%) e Goiás (0,92%) foram os Estados onde ocorreram as menores variações no valor do combustível no período.

REAJUSTE

Há uma semana, a Petrobras elevou o preço da gasolina em 5%, e do diesel em 4%, nas refinarias.A alta no preço dos combustíveis foi a segunda anunciada em duas semanas. Em 15 de dezembro, a estatal elevou o preço do diesel e da gasolina. Com a alta de 4%, o preço médio do combustível mais vendido do Brasil passou a ser de R$ 2,02 por litro nas refinarias. No acumulado do ano, a redução do valor é de 13,2%, segundo informou a Petrobras. Já o preço médio da gasolina da Petrobras para as distribuidoras será de R$ 1,84 por litro, acumulando no ano redução de 4,1%. Apesar da alta das cotações dos combustíveis da Petrobras na terça-feira, especialistas apontam a permanência de uma defasagem ante a paridade de importação. A Petrobras defende que seus preços seguem a chamada paridade de importação, impactada por fatores como as cotações internacionais do petróleo e o câmbio. O repasse dos reajustes nas refinarias aos consumidores finais nos postos não é garantido, e depende de uma série de questões, como margem da distribuição e revenda, impostos e adição obrigatória de etanol anidro e biodiesel. As informações são do G1.

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