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Economia Fernando Collor: “O último esforço concentrado nesse sentido ocorreu há 30 anos”

COLLOR DEFENDE NOVA ABERTURA PARA REDUZIR IMPACTO DO CUSTO BRASIL

Senador diz que retomada da economia requer estratégia que inclua a reforma tributária e investimentos em educação

Por Jonathas Maresia | Edição do dia 13/01/2021 - Matéria atualizada em 12/01/2021 às 20h17

O senador Fernando Collor (Pros) utilizou as redes sociais nesta terça-feira (12) para defender uma nova abertura comercial do Brasil, reduzindo o Custo Brasil e atraindo novos investimentos para geração de empregos. Ele lembrou que a última grande ação para atrair investimentos foi no seu governo na Presidência, há 30 anos.

De acordo com Collor, o encerramento da produção da Ford no Brasil revela a face mais dura do Custo Brasil. Mais de 5 mil trabalhadores devem ficar sem emprego com o fim das operações das fábricas. Para o parlamentar, reduzir custos de produção passa necessariamente por uma nova abertura comercial. “O último esforço concentrado nesse sentido ocorreu há 30 anos, na minha presidência. Enfrentar o Custo Brasil é vital para impulsionar a competitividade e a produtividade da nossa economia. Requer estratégia abrangente que inclua a reforma tributária e investimentos em educação, por exemplo”, disse ele. Collor avalia que reduzir o peso do Estado é fundamental para garantir o desenvolvimento do País. “É via de mão dupla: remover o peso do Estado na atividade produtiva, pela redução de impostos e da burocracia, e diminuir a demanda do setor produtivo por incentivos governamentais. Só assim o Estado terá recursos para implementar políticas sociais de redução das desigualdades”, destacou Collor.

AVANÇOS DO GOVERNO COLLOR

No comando do país, Collor iniciou uma agenda de trabalho que trouxe diversos avanços para a população, entre os quais a modernização da indústria automotiva, enxugamento da máquina pública, valorização dos trabalhadores e aposentados e a abertura da economia do país para o mundo. Este último ato foi considerado, em recente relatório do Banco Mundial, um exemplo a ser seguido nos dias de hoje pelos líderes do Mercosul.

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