app-icon

Baixe o nosso app Gazeta de Alagoas de graça!

Baixar
Nº 5714
Economia

Mais de 10% da gasolina do Pa�s � adulterada, diz ANP

Dados da Agência Nacional do Petróleo (ANP) apontam para um crescimento da adulteração da gasolina vendida no País. Levantamento do órgão revela que 10,4% do combustível não atende aos padrões mínimos de qualidade estipulados pela entidade. O índice ref

Por | Edição do dia 05/04/2002 - Matéria atualizada em 05/04/2002 às 00h00

Dados da Agência Nacional do Petróleo (ANP) apontam para um crescimento da adulteração da gasolina vendida no País. Levantamento do órgão revela que 10,4% do combustível não atende aos padrões mínimos de qualidade estipulados pela entidade. O índice refere-se a fevereiro e supera o percentual de janeiro, de 8,4%, e também a média de todo o ano passado, de 9,4%. A pesquisa monitora 26,2 mil postos no País. Segundo a ANP, as adulterações também cresceram no álcool, que registrou índice de 15,2%, contra 12,4% no mês anterior e 10,5% de média em 2001. O índice de não-conformidade no óleo diesel manteve-se quase estável em relação a janeiro, com 8,2%, mas está bem acima dos 6,7% de média em 2001. O relatório, apresentado durante o seminário Combustíveis e Tecnologia Automotiva, em Curitiba, abrange os combustíveis que sofreram algum tipo de alteração (fraudulenta ou não) e que podem causar algum tipo de dano ao veículo e ao meio ambiente. A maioria dos casos é de adulteração simples do produto, com adição de solventes e querosene. Diesel O preço do diesel pode aumentar de novo na semana que vem. Na segunda-feira vence o prazo de 15 dias estipulado pela estatal para a definição de novos reajustes. O preço do diesel no Golfo Americano (parâmetro utilizado pela estatal) vem subindo desde a última alteração promovida pela empresa. Na quarta-feira, o preço do diesel nos Estados Unidos estava 10,89% mais caro, em reais, do que a cotação do dia 15 de março. Segundo a fórmula de reajuste anunciada pela Petrobras, o preço do diesel será reajustado a cada 15 dias caso haja uma variação superior a 5% na cotação do Golfo Americano, em comparação com o preço médio utilizado pelo último reajuste. A empresa ainda não se pronunciou a respeito, mas o aumento está sendo apontado como certo pelos analistas do setor.

Mais matérias
desta edição