loading-icon
MIX 98.3
NO AR | MACEIÓ

Mix FM

98.3
quarta-feira, 05/08/2026 | Ano | Nº 6282
Maceió, AL
24° Tempo
Logo Gazeta de Alagoas Logo Gazeta de Alagoas
Home > Economia

Estimativa

SAFRA ALAGOANA DEVE TER ALTA DE 24,4%

.

Ouvir
Compartilhar
O feijão é o produto que tem a maior alta estimada na safra deste ano, aponta o IBGE
O feijão é o produto que tem a maior alta estimada na safra deste ano, aponta o IBGE -

A safra de cereais, leguminosas e oleaginosas em Alagoas deve ter alta de 24,4% este ano, na comparação com o ano passado. A estimativa é do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) que divulgou, nessa quinta-feira (11), o Levantamento Sistemático da Produção Agrícola (LSPA). A alta aferida em Alagoas é a terceira maior do Brasil, atrás somente de Paraíba (30,8%) e Rio Grande do Sul (34,5%). Segundo o IBGE, a safra alagoana este ano deve ser de 123.855 toneladas. A área plantada também devem crescer e fica em 84.108 hectares, 38,9% a mais do que em 2019. O feijão é o produto que tem a maior alta estimada na safra deste ano em Alagoas, com crescimento de 107,4%, saindo de 10.681 toneladas em 2020, para 22.157 toneladas este ano. Já a safra de soja, em grãos, deve recuar 6,4% em Alagoas, saindo de 4.600 toneladas no ano passado, para 4.317 toneladas este ano. Em todo o país, o IBGE estima que a produção de cereais, leguminosas e oleaginosas atinja um recorde, somando 262,2 milhões de toneladas, com alta de 3,2% (8,1 milhões de toneladas) em relação a 2020 (254,1 milhões de toneladas). O LSPA aponta que a área a ser colhida é de 66,8 milhões de hectares, com alta de 2,1% frente à área colhida em 2020 (mais 1,4 milhão de hectares) e de 149 mil hectares (0,2%) frente ao mês anterior. O arroz, o milho e a soja são os três principais produtos deste grupo, que, somados, representam 93,4% da estimativa da produção e respondem por 87,8% da área a ser colhida. Em relação a 2020, houve acréscimos de 3,2% na área do milho (3,0% na primeira safra e de 3,3% na segunda); de 3,0% na área da soja e de 0,6% na área do arroz, ocorrendo declínio de 11,3% na área do algodão herbáceo. Na comparação com 2020, esperam-se altas na produção de 7,2% para a soja, totalizando 130,3 milhões de toneladas, e de 0,4% para o milho, totalizando um recorde de 103,7 milhões de toneladas. Já o algodão herbáceo e o arroz em casca apresentaram declínios de 16,5% e 0,6%, devendo a produção alcançar 5,9 e 11,0 milhões de toneladas, respectivamente. A informação de janeiro para a safra nacional de cereais, leguminosas e oleaginosas de 2021 alcançou 262,2 milhões de toneladas e uma área colhida de 66,8 milhões de hectares. Em relação a 2020, houve aumento de 1,4 milhão de hectares na área a ser colhida (2,1%). Frente ao que fora previsto no mês anterior, o acréscimo foi de 149 mil hectares (0,2%). As regiões Sul (13,3%) e Nordeste (0,4%) tiveram acréscimos em suas estimativas. Por outro lado, Centro-Oeste (-1,1%), Sudeste (-0,7%) e Norte (-2,1%) tiveram queda. E as participações de cada região são: 45,9% do Centro-Oeste, 31,6% do Sul, 9,8% do Sudeste, 8,6% do Nordeste e 4,1% do Norte. Na distribuição da produção pelas unidades da federação, o Mato Grosso lidera como maior produtor nacional de grãos, com uma participação de 27,3%, seguido pelo Paraná (15,6%), Rio Grande do Sul (13,4%), Goiás (9,7%), Mato Grosso do Sul (8,6%) e Minas Gerais (6,1%), que, somados, representaram 80,7% do total nacional.

Relacionadas