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Economia

C-bond bate novo recorde e risco-Brasil fecha em queda

São Paulo - O C-Bond, principal título da dívida externa brasileira, voltou a bater recorde. O papel valorizou 0,37%  e fechou cotado a 99,5% do seu valor de face. Com isso, o risco Brasil terminou o dia em baixa de 1,73%, aos 421 pontos, o menor desde ou

Por | Edição do dia 08/01/2004 - Matéria atualizada em 08/01/2004 às 00h00

São Paulo - O C-Bond, principal título da dívida externa brasileira, voltou a bater recorde. O papel valorizou 0,37%  e fechou cotado a 99,5% do seu valor de face. Com isso, o risco Brasil terminou o dia em baixa de 1,73%, aos 421 pontos, o menor desde outubro de 1997. A expectativa é de que o Brasil volte ao mercado internacional ainda neste mês para captar recursos, a exemplo de outros países emergentes (México, Venezuela e Turquia), que já aproveitam a forte demanda dos investidores por papéis que rendem mais do que os títulos dos EUA. Bônus Essa semana o México vendeu US$ 1 bilhão, o dobro da oferta inicial, em bônus com prazo de cinco anos, com o papel pagando juro de 7% acima da Libor (taxa interbancária de Londres). Foi uma das mais baixas da história do país, em uma operação liderada pelo Citigroup e Deutsche Bank. Ontem foi a vez da Venezuela captar US$ 1 bilhão com bônus de 30 anos, pagando uma taxa de 10,125% ao investidor ou 503 pontos acima dos títulos do Tesouro dos EUA. A demanda foi estimada em US$ 3 bilhões. A captação foi liderada pelo JP Morgan. A Turquia também vendeu ontem US$ 1,5 bilhão em bônus de 30 anos, com retorno ao investidor de 8,23% ou 316 pontos acima da taxa paga pelos papéis americanos de referência, em uma operação liderada pelo Citigroup e UBS.

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