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Economia

G�s de cozinha pode subir 10% em fevereiro

São Paulo - O Sindicato Nacional das Empresas Distribuidoras de GLP (Sindigás) advertiu nesta quarta-feira que o GLP (gás de cozinha) pode ter um aumento de preços de até 10%, ou seja, cerca de R$ 3,50 por botijão a partir de 1º de fevereiro próximo em 15

Por | Edição do dia 08/01/2004 - Matéria atualizada em 08/01/2004 às 00h00

São Paulo - O Sindicato Nacional das Empresas Distribuidoras de GLP (Sindigás) advertiu nesta quarta-feira que o GLP (gás de cozinha) pode ter um aumento de preços de até 10%, ou seja, cerca de R$ 3,50 por botijão a partir de 1º de fevereiro próximo em 15 estados. A expectativa de elevar o preço parte de uma novidade que passa a vigorar em fevereiro. Os estados que concordaram em assinar o protocolo 33 do Cotepe excluem o GLP-GN do previsto no artigo 155 da constituição federal, que difere petróleo e derivados da tributação de outros produtos. Como os estados não produtores não se conformam com a perda de arrecadação, deixaram de assinar o protocolo, evidenciando a possibilidade de o imposto ser cobrado duas vezes. O Sindigás estima um aumento de R$ 3,5 sobre cada botijão de 13 kg, que custa cerca de R$ 29,50, nos estados onde houver bitributação. As distribuidoras continuarão pagando todos impostos diretamente à Petrobras - os tributos federais, o ICMS próprio e o ICMS de substituição tributária (destino). A diferença é que distribuidor que cruzar a fronteira e comercializar o GLP num estado que adotou o novo conceito de gás natural terá de pagar novamente o ICMS referente à substituição tributária (cerca de metade do imposto). Segundo o Sindigás, os estados oferecem ressarcimento para anular a bitributação, mas trata-se “de um crédito ruim, que caba sendo lançado como custo porque nunca aparece”. Crítica O Sidingás criticou a projeção de reajuste de 3,5% do gás de cozinha em todo o ano de 2004 feita pelo Comitê de Política Econômica Monetária (Copom). “O Copom erra e feio nas suas projeções sobre o gás de cozinha. Aparentemente os membros do Copom esqueceram de considerar a fome arrecadatória dos estados”, dispara o superintendente executivo da entidade, Sérgio Bandeira de Mello.

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