Economia
Estado ter� 1.500 cisternas
A deputada estadual Genilda Leão, que ocupou a pasta do Fome Zero em Alagoas, no ano passado, esclarece que o programa não se limitou a distribuir comida para os carentes. ?Além disso, entregamos ao Mesa 25 projetos estruturantes, sendo que três foram aprovados pelo Ministério e pela FAO (entidade internacional que faz parte da Organização Mundial de Saúde (OMS), ligada à alimentação) e devem ser assinados por esses dias. Dois deles são projetos que se referem à implantação de hortas comunitárias orgânicas em Maceió, no Complexo Educacional Humberto Mendes, e em Água Branca. E o terceiro, refere-se à construção de 1.500 cisternas? explicou. De acordo com Reinaldo Falcão, os recursos, em torno de R$ 1,5 milhão, já estão assegurados. Ele informou ainda que outros projetos estão em tramitação e correspondem à revitalização de açudes, implantação de restaurantes populares, cozinhas comunitárias, entre outras ações. ?O Fome Zero não se trata apenas de um programa de distribuição de cestas básicas, mas de uma proposta para trabalhar ações políticas estruturantes, como geração de emprego, produção de alimentos e distribuição de renda. Envolve a sociedade e os governos federal, estaduais e municipais?, opinou. Mutirão Já o Mutirão contra a Fome, segundo informações da Coordenação do Fome Zero em Alagoas, distribuiu, de junho a dezembro do último ano, 113 toneladas de alimentos. ?Foram alimentos doados por empresas e pessoas físicas, durante as diversas campanhas realizadas.