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Ap�s 6 altas, risco-Brasil recua 2,66%

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São Paulo - Após seis altas consecutivas, o risco Brasil fechou em queda de 2,66%, aos 511 pontos, segundo dados da CMA, empresa de sistemas e informação financeira. Já o C-Bond, principal título da dívida externa renegociada, subiu 0,83%, cotado a 97,812% do valor de face. Contribuiu para essa melhora dos indicadores o esforço retórico do governo Lula para acalmar os investidores. Ontem, o ministro da Fazenda, Antonio Palocci, foi à TV e descartou mudança na política econômica, em entrevista ao programa ?Bom Dia Brasil?, da Rede Globo. No final da manhã, disse aos jornalistas, que a expectativa de queda de juros está mantida e que ?a piora do mercado não é verde-amarela?. Apesar da baixa desta terça-feira, o risco Brasil permanece acima dos 500 pontos e acumula alta de 9,1% no ano. O indicador, medido pelo banco americano JP Morgan, reflete a desconfiança do investidor estrangeiro na capacidade de um país honrar sua dívida externa. Em 2003, o risco Brasil caiu 67,5%, a maior queda da história do indicador. Já o C-Bond acumulou alta de 48% no ano. Dólar caiu 0,78% Após sete altas seguidas, o dólar fechou hoje em queda de 0,78%, vendido a R$ 2,919. O Banco Central evitou, de novo, promover leilão para a compra de divisas, o que contribuiu para o alívio nas cotações. Para o consultor da corretora Vision, Marcos Alvarez, a moeda americana deve gravitar nos próximos dias em torno de R$ 2,92. Na sua opinião, o BC parou de adquirir divisas para evitar um dólar perto dos R$ 3.

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