Economia
Produto � energ�tico e fortalece sistema imunol�gico
O consumo de inhame fortalece o sistema imunológico, evita malária, dengue e febre amarela. Trata-se de um rizoma rico em carboidratos e uma excelente fonte energética, além de rico em vitaminas do complexo B (tiamina, riboflavina, niacina e piridoxina), amido e sais minerais (como cálcio, fósforo e ferro). O tubérculo apresenta baixo teor de gordura, sendo ainda bom estimulante do apetite e excelente depurador do sangue. É uma hortaliça de fácil digestão. Por todas as suas características, deve integrar os programas agrícolas de combate à fome, sobretudo no Nordeste. Algumas espécies têm sido cultivadas com finalidades farmacológicas para a obtenção de material de partida para a síntese de cortisona e hormônios esteróides. Sua origem é da Ásia e espalhou-se para a América através da África. Vem sendo cultivada há mais de 2.400 anos, na Índia, e há mais de 2.000 anos no Egito. Pertence à família arácea, assim como o cará e a taioba, segundo dados da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa). Vários nomes O inhame é conhecido por outros nomes em diferentes parte do mundo, como por exemplo: na África e na América do Norte se chama taro; na América Central é ñame ou otoe; na França é igname; na Índia, albi; no Japão, sato-imo, e no Caribe, malanga. O mais comum é o chamado inhame branco, da família das aráceas, também conhecido como caratinga ou cará-inhame. Pero Vaz de Caminha registra em sua carta que os índios do Brasil já cultivavam e consumiam esta espécie, mas segundo estudiosos ele teria confundido-a com a mandioca. O inhame é alimento sagrado na festa de Oxalá em Pernambuco e Bahia, nos terreiros de Xangô. Em Minas é utilizado para a fabricação artesanal de vinhos.