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GLP

APESAR DO PREÇO, VENDA DE GÁS DE COZINHA CRESCE EM ALAGOAS

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Vendas de gás de cozinha aumentaram 1,1% nos primeiros quatro meses deste ano
Vendas de gás de cozinha aumentaram 1,1% nos primeiros quatro meses deste ano -

Apesar de acumular uma alta de 26,8% no ano - devido aos cinco reajustes feitos pela Petrobras em 2021 - , as vendas de Gás Liquefeito de Petróleo (GLP) - o popular gás de cozinha - aumentaram 1,1% nos primeiros quatro meses deste ano, em relação ao mesmo período do ano passado, segundo levantamento feito pela Gazeta, com base nos dados da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). De acordo com os números, foram comercializados no Estado 53,7 mil metros cúbicos do produto, contra 53,1 mil metros cúbicos vendidos nos primeiros quatro meses de 2020. Este ano, a Petrobras já reajustou o preço do GLP cinco vezes nas refinarias. A última ocorreu na segunda-feira (14), quando a petroquímica elevou o valor do produto em 5,9%. Em janeiro, a estatal já havia anunciado uma alta de 6%. Em fevereiro, o aumento foi de 5,1%, chegando em 4,8% em março. No mês seguinte, o GLP sofreu reajuste de 5%. Segundo levantamento da ANP, na semana passada o preço do botijão de 13kg do gás de cozinha, estava sendo comercializado em Alagoas por R$ 82,02 em média. O valor é praticamente o mesmo da semana anterior. Vale ressaltar que na semana em que foi pesquisado pela agência, o preço do produto ainda não havia sido reajustado com a nova alta da Petrobras. Em nota, a Petrobras informou que os preços do GLP vendidos às distribuidoras tem como base o preço de paridade de importação, formado pelas cotações internacionais destes produtos mais os custos que importadores teriam, como transporte e taxas portuárias, por exemplo. “A paridade é necessária porque o mercado brasileiro de combustíveis é aberto à livre concorrência, dando às distribuidoras a alternativa de importar os produtos. Além disso, o preço considera uma margem que cobre os riscos (como volatilidade do câmbio e dos preços)”, justificou. A estatal também disse que o preço de venda às distribuidoras não é o único determinante do preço final ao consumidor. “Como a lei brasileira garante liberdade de preços no mercado de combustíveis e derivados, as revisões feitas pela Petrobras podem ou não se refletir no preço final, que incorpora tributos e repasses dos demais agentes do setor de comercialização, como distribuidores e revendedores”, finalizou.

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