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Ceam, do Amazonas, � a pior do Pa�s

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A distribuidora com pior IASC no País em 2003 foi a Companhia Energética do Amazonas (Ceam), com 48,64. O melhor desempenho foi da Iguaçu, pequena distribuidora de Santa Catarina, com 74,37. No Nordeste, a campeã foi a Companhia Sul Sergipana de Eletricidade (Sulgipe), com IASC de 71,40. A concessionária atua em 14 cidades de Sergipe. A pior, com índice de 54,81, foi a Companhia Energética do Piauí (Cepisa). A avaliação nacional das distribuidoras em 2003 (63,63) foi pior que no ano anterior, cujo índice foi de 64,51 pontos. Segundo a Aneel, os consumidores estão ?razoavelmente satisfeitos? com os serviços prestados pelas distribuidoras, mas esperam melhorias. A pesquisa foi realizada pelo Instituto Vox Populi, que ouviu 19.220 consumidores residenciais em todo o Brasil, entre os dias 18 de outubro e 14 de novembro. Foram ouvidos entre 200 e 450 consumidores em cada uma das 64 distribuidoras que prestam serviço no País. ?É um valioso retrato da percepção de seus consumidores, a partir do qual (as empresas) podem tomar medidas visando à melhoria do serviço?, disse o diretor-geral da Aneel, José Mário Abdo. ?As empresas precisam perceber que deixar o cliente satisfeito é mais do que uma exigência contratual. É um sinal econômico?, disse Abdo, em resposta à manifestação das distribuidoras, contrárias à utilização do IASC. O diretor-executivo da Associação Brasileira das Distribuidoras de Energia Elétrica (Abradee), Luiz Carlos Guimarães, disse que as distribuidoras não concordam com a utilização da pesquisa no Fator X. ?Essa utilização deveria ser repensada?, afirmou. Produtividade O IASC é um instrumento de aferição da qualidade dos serviços prestados pelas distribuidoras. Dentre outros aspectos, ele auxilia a Aneel a fiscalizar o desempenho das concessionárias. A partir deste ano, os resultados do IASC também passarão a ter impacto direto no cálculo do Fator X, mecanismo que permite dividir com os consumidores, por meio das tarifas, ganhos de produtividade das distribuidoras.

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