Consumidor
RECLAMAÇÕES AO PROCON MACEIÓ CRESCEM 70% EM 2021
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Dados do Procon Maceió mostram que o órgão atendeu 1.694 reclamações entre os meses de janeiro e agosto. Em 2020, neste mesmo período, o instituto de proteção ao consumidor recebeu 996 reclamações. Neste comparativo, percebe-se um aumento de 698 reclamações feitas pelos consumidores da capital alagoana, o que corresponde a um crescimento de 70%
A maioria das demandas está relacionada a bancos, energia elétrica, telefonia, empréstimos consignados, internet e TV a Cabo, serviços financeiros, cartão de crédito, oferta não cumprida, problemas com planos de saúde, cobrança de preço abusivo, prazo de validade dos produtos, dentre outros.
“É necessário que o consumidor colabore com o Procon, denunciando os fornecedores que eventualmente não cumprem com o direito do consumidor. É preciso que o consumidor denuncie ou reclame ao órgão para que as demandas solicitadas e feitas às empresas sejam resolvidas. Vale ressaltar que o Procon Maceió é um órgão de defesa do consumidor que tem a finalidade de buscar a conciliação a fim de solucionar o conflito entre consumidores e empresas”, destacou o diretor executivo do Procon Maceió, Leandro Almeida.
OUTROS ATENDIMENTOS
Para realizar denúncias ou obter mais informações e orientações, o consumidor pode entrar em contato pelos telefones 0800 082 4567 ou no WhatsApp (82) 98882-8326. Para quem prefere atendimento de forma presencial, o cidadão pode se dirigir em qualquer uma das unidades do Procon Maceió: no Centro Universitário Uninassau, no bairro Farol; na sede da antiga FAT, atual Centro Universitário Mário Pontes Jucá (UMJ), no Barro Duro; e na sede do Procon Maceió, na Rua Dr. Pedro Monteiro, 47, no centro de Maceió. O horário de funcionamento é das 8h às 14h. Os núcleos da UMJ e Uninassau estão abertos ao público de 8h às 13h, de segunda a sexta-feira. Para formalizar as denúncias, a pessoa precisa entregar cópias do RG, CPF, comprovante de residência e demais documentos que forem necessários para embasar as reclamações de abuso aos direitos do consumidor.
* Sob supervisão da editoria de Economia.
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