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PREÇO DOS IMÓVEIS EM MACEIÓ ACUMULA ALTA DE 16,3% EM DOZE MESES

A alta acumulada na capital alagoana é a segunda maior entre as capitais monitoradas, ficando atrás somente de Vitória-ES, com 20,3%

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Somente em 2021, o preço dos imóveis na capital alagoana já avançou 12,35%, diz FipeZap
Somente em 2021, o preço dos imóveis na capital alagoana já avançou 12,35%, diz FipeZap -

O preço de venda dos imóveis residenciais em Maceió acumula alta de 16,3% nos últimos doze meses, segundo o Índice FipeZap divulgado nessa terça-feira (4). A alta acumulada na capital alagoana é a segunda maior entre as capitais monitoradas, ficando atrás somente de Vitória-ES, que acumula alta de 20,39%. O índice acompanha o comportamento do preço médio de venda de imóveis residenciais em 50 cidades brasileiras. Os dados são referentes até setembro passado e para chegar até eles a empresa monitorou, em Maceió, 4.569 anúncios de vendas na plataforma. Somente em 2021, o preço dos imóveis na capital alagoana já avançou 12,35%. Em setembro, último mês pesquisado, a alta foi de 1,32%. Quando analisados os dados por bairros, a alta chega a passar de 30%. Maceió tem uma situação peculiar que a difere das outras capitais brasileiras. Tendo em vista o fenômeno de afundamento de solo em quatro bairros que foi causado pela extração de salgema. Com isso, parte desses locais precisaram ser evacuados, o que resultou na realocação de 13.941 imóveis até o final de setembro. De acordo com o levantamento, Cruz das Almas, bairro litorâneo na região Norte de Maceió, é o que acumula a maior alta no preço dos imóveis nos últimos doze meses, com aumento de 32,5%. Por lá, o preço do metro quadrado era de R$ 5.752 no mês de setembro. A menor alta acumulada foi registrada no bairro da Gruta de Lourdes, onde os preços acumulam alta de 3,5%. Por lá, o metro quadrado custa R$ 4.721. O metro quadrado mais caro de Maceió é comercializado por R$ 7.903 e fica no bairro da Pajuçara, na orla marítima de Maceió. Já o metro quadrado mais barato entre os bairros pesquisados é comercializado na Serraria, já na parte alta de Maceió, pelo valor de R$ 3.469. Com isso, o preço médio do metro quadrado em Maceió ficou em R$ 5.945.

CENÁRIO NACIONAL

Em nível nacional, o Índice FipeZap apresenta um avanço nominal de 5,17% Todas as capitais monitoradas pelo índice registraram elevação nominal no preço médio de venda nos últimos 12 meses, com destaque para as variações observadas em Vitória (+20,39%), Maceió (+16,30%), Curitiba (+13,95%), Manaus (+13,71%), Florianópolis (+13,37%) e Goiânia (+12,55%). Em São Paulo e no Rio de Janeiro, por sua vez, as altas acumuladas nos últimos 12 meses encerrados em setembro foram de 4,17% e 2,66%, respectivamente

Com base na amostra de anúncios de imóveis residenciais para venda em setembro de 2021, o preço médio calculado entre as 50 cidades monitoradas pelo Índice FipeZap foi de R$ 7.768/m². Dentre as 16 capitais acompanhadas pelo índice, São Paulo apresentou o preço médio mais elevado no último mês (R$ 9.622 /m²), seguida por Rio de Janeiro (R$ 9.604/m²) e Brasília (R$ 8.544/m²). Já entre as capitais monitoradas com menor valor médio, vale mencionar: Campo Grande (R$ 4.436/m²), João Pessoa (R$ 4.766/m²) e Goiânia (R$ 4.933/m²).

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Este ano, até setembro, o índice FipeZap acumula alta nominal de 3,79%, o que é inferior à inflação ao consumidor de 6,88%. A alta no índice no balanço parcial de 2021 é impulsionada pelas variações de preço registradas em todas as capitais monitoradas pelo índice, com destaque para as seguintes: Vitória (+15,86%), Maceió (+12,35%), Florianópolis (+11,33%), Curitiba (+10,89%), Goiânia (+9,67%) e Manaus (+8,11%). As menores variações entre as capitais, por sua vez, foram observadas em: Salvador (+1,46%), Belo Horizonte (+1,54%), Rio de Janeiro (+1,67%), Recife (+2,75%) e Campo Grande (+2,90%). Somente em setembro passado, o Índice FipeZap apresentou elevação de 0,43%. Individualmente, 45 das 50 cidades monitoradas pelo índice apresentaram aumento de preço no último mês. Entre as capitais, Salvador foi única a apresentar estabilidade, enquanto demais registraram variação positiva no preço, destacando-se: Vitória (+2,41%), Campo Grande (+1,71%), Florianópolis (+1,38%), Maceió (+1,32%) e Goiânia (+1,28%). Com relação às duas capitais com maior representatividade no cálculo do Índice FipeZap (São Paulo e Rio de Janeiro) ambas apresentaram alta mensal de 0,20% nos preços.

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