Economia
PREÇO AO CONSUMIDOR ACUMULA ALTA DE 41% EM 2021
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Com os reajustes anunciados ontem, o preço da gasolina nas refinarias da Petrobras acumula alta de 74% em 2021. Já o diesel subiu 65% desde o início do ano. Analistas dizem que defasagem não foi eliminada e veem espaço para novos aumentos. O preço ao consumidor já acumula 41% no ano, chegando à média de R$ 6,361na semana passada.
A alta acompanha a evolução das cotações internacionais do petróleo e a desvalorização do real frente ao dólar, indicadores que balizam os preços internos dos combustíveis segundo a política de preços da companhia.
Com a escalada dos preços nas refinarias, o valor pago pelo consumidor pelo litro de gasolina já subiu 41% no ano, até atingir a média de R$ 6,361 na semana passada - antes, portanto de repasses do reajuste anunciado nesta segunda. Já o preço do óleo diesel subiu 37% nas bombas desde o fim de 2020, chegando na semana passada a R$ 4,98 o litro. A escalada dos preços dos combustíveis é um dos principais fatores de pressão sobre a inflação, que em setembro acelerou para 1,16%, a maior alta para o mês desde o início do Plano Real, quebrando a barreira simbólica dos dois dígitos no acumulado de 12 meses.
GÁS DE COZINHA
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Reajustado pela última vez no início do mês, o preço do gás de cozinha também preocupa o consumidor: desde o início do ano, o botijão de 13 quilos ficou 36% mais caro, superando os R$ 100 há duas semanas. Apesar do esforço do governo para tentar conter a alta, o mercado vê ainda espaço para novos aumentos, já que o reajuste desta terça não cobrirá toda a defasagem em relação à paridade de importação.