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Economia O setor de Serviços em Alagoas avançou 14,5% em novembro, ante o mesmo mês em 2020

SETOR DE SERVIÇOS DE ALAGOAS TEM A 4ª MAIOR ALTA DO PAÍS EM NOVEMBRO

No acumulado de 2021, o setor é o que apresenta o segundo melhor resultado do País, com alta de 18,6%

Por Hebert Borges | Edição do dia 14/01/2022 - Matéria atualizada em 13/01/2022 às 19h24

O setor de Serviços em Alagoas avançou 14,5% em novembro de 2021, ante o mesmo mês em 2020. Foi a quarta maior alta do Brasil. Os dados são da Pesquisa Mensal de Serviços, divulgada nessa quinta-feira (13) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Contudo, na comparação com o mês imediatamente anterior, no caso outubro, houve recuo de 0,9%, o quarto maior do Brasil. No acumulado de 2021, o setor de Serviços de Alagoas é o que apresenta o segundo melhor resultado do País, com alta de 18,6%, atrás somente de Roraima, que acumula 21,5%. O resultado nacional acumulado no ano é de alta de 10,9%. Todos os estados registram alta acumulada. Em relação à receita do setor, Alagoas registrou a terceira maior alta do Brasil em novembro de 2021, ante o mesmo período de 2020. Em relação ao acumulado do ano, Alagoas teve o segundo maior aumento de receita no setor de Serviços (20%). Em novembro de 2021, o volume de serviços no Brasil cresceu 2,4% frente a outubro. Com isso, o setor se encontra 4,5% acima do nível pré-pandemia (fevereiro de 2020) e no mesmo patamar de dezembro de 2015. Na série sem ajuste sazonal, frente a novembro de 2020, o volume de serviços avançou 10,0%, nona taxa positiva consecutiva. No acumulado do ano, o volume de serviços avançou 10,9% frente a igual período do ano anterior, e o acumulado nos últimos doze meses (9,5%) alcançou a taxa mais intensa da série iniciada em dezembro de 2012. O avanço de 2,4% do volume de serviços de outubro para novembro de 2021 foi acompanhado por quatro das cinco atividades investigadas, com destaque para serviços de informação e comunicação (5,4%). As demais expansões vieram de transportes (1,8%), de serviços prestados às famílias (2,8%) e de outros serviços (2,9%). Em sentido oposto, a única taxa negativa do mês ficou com o setor de serviços profissionais, administrativos e complementares (-0,3%), sua quarta taxa negativa consecutiva, acumulando perda de 3,7%.

A média móvel trimestral apontou estabilidade (0,0%) no trimestre encerrado em novembro de 2021 frente ao nível do mês anterior. Entre os setores, também se verificou equilíbrio de taxas positivas (2) e negativas (2). Entre as atividades que avançaram, estão os serviços prestados às famílias (2,1%) e os de informação e comunicação (0,8%). Por outro lado, houve retração em outros serviços (-3,6%) e profissionais, administrativos e complementares (-1,1%). Já os transportes apresentaram estabilidade (0,0%). Ante novembro de 2020, o volume de serviços avançou 10,0%, sua nona taxa positiva seguida. O resultado deste mês trouxe expansão em quatro das cinco atividades e contou ainda com crescimento em 69,3% dos 166 tipos de serviços investigados. Os setores de transportes, serviços auxiliares aos transportes e correio (13,3%) e de serviços de informação e comunicação (11,4%) exerceram as principais contribuições positivas, impulsionados pelo aumento de receita das empresas pertencentes aos ramos de transporte rodoviário de cargas; transporte aéreo de passageiros; rodoviário coletivo de passageiros; correio; gestão de portos e terminais; navegação de apoio marítimo e portuário; e atividades de agenciamento marítimo, no primeiro setor; e de portais, provedores de conteúdo e ferramentas de busca na Internet; desenvolvimento e licenciamento de softwares; consultoria em tecnologia da informação; outras atividades de telecomunicações; tratamentos de dados, provedores de serviços de aplicação e serviços de hospedagem na Internet; desenvolvimento de programas de computador sob encomenda; e atividades de TV aberta, no último. Os demais avanços vieram de serviços prestados às famílias (21,0%) e de serviços profissionais, administrativos e complementares (4,6%), com incrementos de receita em: hotéis; restaurantes; e serviços de bufê, no primeiro ramo; e em serviços de engenharia; locação de automóveis; atividades de cobranças e informações cadastrais; gestão de ativos intangíveis não financeiros; organização, promoção e gestão de feiras, congressos e convenções; e agências de viagens, no último. A única taxa negativa ficou com o setor de outros serviços (-4,5%), pressionado, sobretudo, pela menor receita auferida pelas empresas de atividades de pós-colheita; de recuperação de materiais plásticos; e de administração de bolsas e mercados de balcão organizados. No acumulado do ano, o setor de serviços cresceu 10,9%, com taxas positivas nas cinco atividades e em quase três quartos (72,9%) dos 166 tipos de serviços investigados. Entre os setores, as contribuições positivas mais importantes ficaram com transportes, serviços auxiliares aos transportes e correio (15,1%) e informação e comunicação (9,4%). Os demais avanços vieram de serviços profissionais, administrativos e complementares (7,2%); de serviços prestados às famílias (17,8%); e de outros serviços (5,9%).

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