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Economia

Distrito Industrial paralisa toda a produ��o

PATRYCIA MONTEIRO Além de provocar deslizamento de barreiras e transtornos de toda ordem à população de Alagoas, as chuvas também são sinônimo de prejuízo para a economia do Estado. Há dez anos vítima de alagamentos por falta de drenagem, o Distrito Indu

Por | Edição do dia 02/06/2004 - Matéria atualizada em 02/06/2004 às 00h00

PATRYCIA MONTEIRO Além de provocar deslizamento de barreiras e transtornos de toda ordem à população de Alagoas, as chuvas também são sinônimo de prejuízo para a economia do Estado. Há dez anos vítima de alagamentos por falta de drenagem, o Distrito Industrial Luiz Cavalcante foi um dos maiores prejudicados. Na tarde de ontem, 100% de suas atividades estavam paralisadas e cerca de três mil funcionários ficaram sem trabalhar. Quinze das cinqüenta empresas da localidade ficaram com água até o teto, danificando equipamentos, que, em breve, precisarão ser repostos ou requisitarão manutenção. O prejuízo ainda será calculado pelos donos das empresas que ficaram de plantão no distrito industrial. “A água da chuva acumulada nos conjuntos habitacionais vizinhos desce toda para o distrito que não tem condições de absorvê-la”, explica Gilvan Leite, presidente da Associação das Empresas do Distrito. Entre as empresas invadidas pelas águas estão a unidade da Coca-Cola; a Novinco, empresa do setor de embalagens de papelão; a fabricante de tintas Ibratin; a indústria de equipamentos Hidrosolo; além das empresas do segmento de plásticos Arasil plásticos, Replast e Ultraplast. A I-frio, empresa que atua no ramo alimentício, teve seu muro derrubado pela chuva. “Precisamos de micro e macrodrenagens para solucionar definitivamente o nosso problema”, diz Gilvan Leite. “O distrito, que deveria ser o cartão-postal do desenvolvimento de Alagoas, hoje mais parece uma selva por causa do matagal que tomou conta da paisagem e das estradas intransitáveis que dispomos”, desabafa. Telefonia Outro setor que foi prejudicado pela chuva forte foi o de telefonia. Ontem, o município de Palmeira dos Índios ficou sem o serviço de telefone. Segundo a assessoria de imprensa da Telemar, a cidade foi prejudicada porque faltou energia e as placas da central telefônica tiveram curto-circuito. Na capital, algumas regiões ficaram temporariamente com seus telefones sem funcionar, de acordo com a Telemar por causa da ação dos vândalos que roubam as tampas de proteção das caixas de comutação distribuída, que uma vez expostas também tiveram curto-circuito.

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