Tensão
BIDEN DIZ EUA TRABALHAM PARA EVITAR O CONFLITO
.
O presidente americano também disse estar trabalhando para evitar que o conflito entre Rússia e Ucrânia gere problemas para a economia americana. “Quero limitar a dor que os americanos estão sentindo na bomba de gasolina. Isso é crítico para mim”, prometeu.
A decisão de legitimar a demanda dos grupos rebeldes em Lugansk e Donetsk, além de ser o gatilho para a imposição de sanções pela Casa Branca, ocorreu em um discurso duro do presidente russo. Durante o pronunciamento, Putin disse que a Ucrânia “nunca foi um Estado verdadeiro” e hoje é uma “colônia de marionetes” dos EUA.
Desde novembro, Putin tem concentrado tropas em exercícios militares em torno do país vizinho -150 mil soldados, pelo menos, segundo os EUA. Moscou nega que irá invadir o país, mas após reconhecer os territórios rebeldes determinou que tropas russas o ocupem numa missão de “força de paz”. A questão é até onde estes militares irão: se ficarão apenas nas áreas já sobre controle rebelde ou se os ajudarão a conquistar mais partes da Ucrânia.
A segunda opção configuraria, na prática, uma invasão do país vizinho -o que serviria para Biden e outros líderes ocidentais como uma validação do discurso de que essa sempre foi a verdadeira intenção de Putin.
Festa de Nossa Senhora da Glória em Porto de Pedras
Meu Pet: veja fotos de animais desaparecidos em Alagoas
Jovem é morto no bairro da Jatiúca em Maceió
Diretório do PDT decide hoje se mantém chapa proporcional na disputa em 2026
Luciano Barbosa descarta neutralidade e diz que anunciará preferência ao governo
Nesta terça (22), o russo disse que não vai enviar imediatamente tropas para as duas autoproclamadas repúblicas. O movimento, no entanto, visa pressionar ainda mais Kiev a aceitar os termos impostos pela Rússia para dar um fim à crise na região. Putin verbalizou suas exigências ao governo ucraniano durante uma entrevista coletiva em Moscou. Disse que Kiev pode ajudar a encerrar a crise se desistir de tentar aderir à Otan (aliança militar ocidental), centro público de suas queixas, e se for “desmilitarizada” -ele voltou a falar que o presidente ucraniano, Volodimir Zelenski, quer armas nucleares, aproveitando uma fala infeliz do ucraniano sobre o tema.