Economia
OCUPAÇÃO HOTELEIRA EM JUNHO É DE APENAS 52% EM ALAGOAS
No mês de junho, os turistas encontram no Nordeste o destino atrativo para curtir e valorizar os festejos juninos. Mas apesar dos investimentos, neste ano, para a realização de grandes eventos na capital e no interior, a taxa de ocupação hoteleira segue abaixo das expectativas, comparando com o mesmo período do ano passado.
Dados da Associação Brasileira de Turismo de Indústrias e Hotéis (ABIH) revelam que a ocupação hoteleira no Estado alcançou a marca de 52,29% no mês de junho, uma redução de quase 8% se comparado ao mesmo período do ano passado, quando atingiu os 60%. Por se tratar de um período de baixa temporada, ainda não há expectativas de grandes mudanças neste cenário.
Segundo o presidente da ABIH, André Santos, maio e junho são considerados os piores meses do ano para o turismo no estado. “A taxa de ocupação atual era a esperada e não teremos grandes novidades justamente por se tratar de uma baixa temporada. Podemos ainda elencar esse período chuvoso que está afetando o setor. Sol e mar são os produtos mais atrativos do turismo no Brasil e em Alagoas não é diferente”, colocou.
Investindo na divulgação e reduzindo tarifas, os hotéis tentam atrair os turistas para o estado. E este ano, mesmo com a aposta das festas juninas organizadas pelos órgãos públicos, a associação não acredita em ampliação dessa taxa.
Joalheiria é alvo de assalto em plena luz do dia em Teotônio Vilela
Prefeitura remove embarcações e objetos abandonados na orla da Pajuçara
Operação prende suspeito de tráfico de drogas em Arapiraca
Polícia inicia 6ª fase da Operação Cerco Fechado
Ação da Semsc remove embarcações e objetos abandonados na orla da Pajuçara
“O turismo não trabalha com venda imediata. Quem viaja, faz uma programação antecipada. Infelizmente os anúncios do São João em Alagoas deveriam ter ocorrido com pelo menos 90 dias de antecedência para que assim pudéssemos ter resultados melhores para o setor de hotelaria. No entanto, se houver a continuidade do evento nos próximos anos, poderemos registrar um aumento dessa ocupação. Por isso, é necessário que a festa se torne uma referência como acontece em outros estados nordestinos”, finalizou André Santos.