Economia
CONSTRUÇÃO CIVIL JÁ ACUMULA ALTA DE 6,19% EM ALAGOAS ESTE ANO
O Índice Nacional da Construção Civil (Sinapi) já acumula alta de 6,19% em Alagoas este ano até o mês de maio, de acordo com dados divulgados nessa quinta-feira (09) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Somente em maio a alta foi de 0,66%. No acumulado dos últimos 12 meses, a alta é de 13,12%.
A pesquisa mostra que o custo da construção por metro quadrado no estado, que no mês de abril havia fechado em R$ 1.434,40, passou para R$ 1.443,80 em maio, sendo R$ 906,95 relativos aos materiais e R$ 536,85 à mão de obra. A parcela dos materiais apresentou variação de 0,34%, registrando queda de 0,16 ponto percentual em relação à variação observada no mês anterior (0,5%). Já a parcela da mão de obra cresceu 1,18% em maio.
Em todo o País, o Índice Nacional da Construção Civil (Sinapi) aumentou 2,17%. O acumulado nos doze meses, 15,44%, teve resultado pouco acima dos 15% registrados nos doze meses imediatamente anteriores. De janeiro a maio o acumulado foi de 5,77%.
O custo nacional da construção, por metro quadrado, que em abril fechou em R$ 1.567,76, passou em maio para R$ 1.601,76, sendo R$ 962,98 relativos aos materiais e R$ 638,78 à mão de obra. A parcela dos materiais continua em ascensão, registrando alta de 1,96%, e mais uma vez, a maior variação desde agosto de 2021, subindo 0,10 ponto percentual em relação ao mês anterior (1,86%).
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Considerando o índice de maio de 2021 (2,66%), houve queda de 0,70 pontos percentuais. Já a mão de obra apresentou taxa de 2,49%, subindo 2,25 pontos percentuais em relação a abril (0,24%). Comparando com maio de 2021 (0,58%), houve aumento de 1,91 ponto percentual.
De janeiro a maio os resultados foram: 5,82% (materiais) e 5,69% (mão de obra). Os acumulados em doze meses ficaram em 18,89% (materiais) e 10,59% (mão de obra), respectivamente.
A Região Centro-Oeste, com altas significativas na parcela dos materiais em todos os estados, e acordos coletivos registrados em Goiás e Distrito Federal, ficou com a maior variação regional pelo terceiro mês consecutivo, 3,24%. As demais regiões apresentaram os seguintes resultados: 1,22% (Norte), 1,40% (Nordeste), 3,19% (Sudeste), e 0,70% (Sul).
Os custos regionais, por metro quadrado, foram: R$ 1.590,14 (Norte); R$ 1.489,50 (Nordeste); R$ 1.676,34 (Sudeste); R$ 1.649,32 (Sul) e R$ 1.623,17 (Centro-Oeste).