loading-icon
MIX 98.3
NO AR | MACEIÓ

Mix FM

98.3
sábado, 25/07/2026 | Ano | Nº 6275
Maceió, AL
26° Tempo
Logo Gazeta de Alagoas Logo Gazeta de Alagoas
Home > Economia

Economia

Bradesco reajusta tarifas e diminui limite de isen��o

Ouvir
Compartilhar

O Bradesco, maior banco privado do país, vai reajustar a tarifa cobrada de pessoas físicas por transação excedente a partir do próximo dia 1º de outubro. O valor vai subir 11,11%, passando de R$ 0,90 para R$ 1 por cada transação extra. O limite de isenção também vai diminuir, o que deve aumentar a incidência de pagamento de tarifas extras pelos correntistas. Atualmente o cliente do Bradesco pode fazer no caixa eletrônico até dez saques por mês sem pagar tarifa extra. A partir de outubro, a isenção só valerá para cinco retiradas por mês. Exemplo: quem faz até dez saques todo mês deixará de ser isento e passará a pagar R$ 5 pelas cinco transações que superam o novo limite de isenção. O número de transferências feitas no caixa eletrônico isentas de tarifas também vai cair de dez para oito por mês. Também será reduzido de cinco para dois o número máximo de retiradas e pagamentos de contas no guichê do caixa isentos de tarifas no mês. Acima desse limite, o cliente pagará R$ 1 por cada transação excedente no mês. O atendimento personalizado no serviço telefônico do Bradesco (?Fone Fácil?) também terá a tarifa reajustada, de R$ 0,90 para R$ 1. Nesse tipo de serviço, o cliente pode optar por um pacote de 20 acessos por mês pagando R$ 1,50. Já os clientes que optam por pagar uma cesta de serviços - chamada de ?Tarifa Fácil?- vão ter limites de isenção diferenciados, dependendo do pacote escolhido (R$ 15 por mês com direito a talão de cheque e R$ 6 sem talão). No primeiro caso, o cliente está isento até 20 saques no caixa eletrônico. No segundo, só até seis retiradas. O Bradesco não se manifestou sobre a mudança no sistema de tarifas. Aos clientes, o banco informou apenas que os valores das tarifas foram estabelecidos ?em consonância com as Resoluções 2.303, de 25.07.1996, 2.747, de 28.06.2000 e 2.878, de 26.07.2001, do Banco Central?.

Relacionadas