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Micropenhor se torna alternativa ao cr�dito

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O micropenhor, da Caixa Econômica Federal (CEF) atingiu a marca de 214 mil contratos, com um montante de R$ 51 milhões emprestados. A linha de crédito é destinada à população de baixa renda e/ou micro-empreendedores que não possuam saldo médio mensal em conta corrente ou aplicação financeira acima de R$ 1.000,00, na Caixa ou em outros bancos. O micropenhor é limitado a R$ 600,00 e taxa de juro é de 2% ao mês e o prazo máximo é de até 120 dias, em múltiplos de 30 dias. As facilidades de acesso ao crédito, a rapidez e os juros baixos fazem do empréstimo sob penhor de jóias uma linha de crédito atrativa. A Caixa não exige avalista, nem cadastro, já que a jóia é a garantia do crédito. Basta procurar uma das 315 agências do banco que já contam com a operação de penhor, distribuídas em 176 municípios. A modalidade tradicional do Penhor opera hoje com taxas de 2,53% ao mês, para empréstimos de até R$ 300,00 e 3,22% ao mês, para empréstimos acima deste valor, limitados a R$ 15.000,00 por cliente. As taxas permanecem inalteradas, mesmo com a recente decisão de aumento da taxa Selic, atualmente 16,75% pelo Comitê de Política Monetária (Copom). Limite Os prazos de contratação da operação são de 30, 60, 90 ou 120 dias. O limite mínimo de empréstimo é de R$ 50,00 e o máximo de R$ 15.000,00. Até o mês de setembro foram aplicados R$ 3,04 bilhões em 6,98 milhões de contratos na carteira de Penhor.

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