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TRABALHO DOMÉSTICO SEM CARTEIRA ASSINADA AUMENTOU 18% EM AL

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Imagem ilustrativa da imagem TRABALHO DOMÉSTICO SEM CARTEIRA ASSINADA AUMENTOU 18% EM AL
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O número de trabalhadores domésticos que atuam sem carteira assinada aumentou 18% no segundo trimestre deste ano, na comparação com o mesmo período do ano passado. Os dados são da Pnad Contínua (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua), divulgada na última sexta-feira (12), pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

Segundo a pesquisa, são 63 mil trabalhadores domésticos atuando sem carteira em Alagoas, ante 53 mil no segundo trimestre do ano passado. Esse valor era de 59 mil no primeiro trimestre deste ano. Já o número de trabalhadores domésticos com carteira assinada se manteve em 17mil, como observado no segundo trimestre de 2021.

No geral, a taxa de desemprego aferida em Alagoas no segundo trimestre de 2022 foi a 10ª maior do Brasil. A taxa em Alagoas é de 11,1%, o que significa 149 mil alagoanos estão sem emprego.

Em todo o Brasil, a taxa ficou em 9,3%. Os menores índices estão em Santa Catarina (3,9%), no Mato Grosso (4,4%) e no Mato Grosso do Sul (5,2%). O Nordeste permanece com a maior taxa de desocupação entre as regiões: 12,7%. O maior índice de desemprego é o da Bahia (15,5%), seguido de Pernambuco (13,6%) e Sergipe (12,7%).

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Segundo o IBGE, Alagoas conta com 2,6 milhões de pessoas em idade de trabalhar. O número de pessoas que trabalham no estado é de 1,1 milhão. Destas, 531 mil trabalham no setor privado, 215 no setor público e 538 mil são informais.

No geral, a taxa de desemprego caiu em 22 das 27 unidades da federação no 2º trimestre, na comparação com os 3 primeiros meses do ano. A taxa de desocupação no segundo trimestre de 2022 ficou em 9,3%. No trimestre anterior, o índice nacional estava em 11,1% e no mesmo trimestre do ano passado o desemprego era de 14,2%.

A taxa de informalidade ficou em 40% da população ocupada, com 39,3 milhões de pessoas. Houve aumento em números absolutos na comparação trimestral (38,2 milhões) e na anual (35,7 milhões), mas estabilidade na análise percentual, devido à expansão da população ocupada.

Os trabalhadores por conta própria são 26,2% da população ocupada do país e a taxa composta de subutilização da força de trabalho foi de 21,2%. Entre as pessoas desocupadas, 42,5% estão procurando trabalho entre um mês a menos de um ano e 29,5% procuram por dois anos ou mais. O país tem 4,3 milhões de pessoas desalentadas, o que corresponde a 3,8% da força de trabalho.

A formalidade no trimestre atingiu 73,3% dos empregados do setor privado, queda em relação aos 74,1% do trimestre anterior e também na comparação com os 75,2% do segundo trimestre de 2021. Por estado, a formalidade vai de 46,6% dos trabalhadores do Piauí a 87,4% dos de Santa Catarina. Entre as trabalhadoras domésticas, apenas 25,1% tinham carteira de trabalho assinada no período analisado.

De acordo com o IBGE, a desocupação entre mulheres (11,6%) e entre pessoas pretas (11,3%) e pardas (10,8%) continua acima da média nacional. A taxa entre pessoas brancas ficou em 7,3% e o desemprego atinge 7,5% dos homens.

Por idade, o maior recuo ocorreu entre os jovens, de 18 a 24 anos, passando de 22,8% no primeiro trimestre do ano para 19,3% no segundo. Por escolaridade, a taxa de desocupação para as pessoas com ensino médio incompleto ficou em 15,3%, para quem tem nível superior incompleto, a taxa foi 9,9%, e para o nível superior completo o desemprego ficou em 4,7%.

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