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Comércio exterior

Exportação de açúcar cresce 25,5% e atinge R$ 1,7 bilhão

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As exportações de açúcar alagoano registraram um crescimento de 25,5% de janeiro a outubro deste ano, na comparação com igual período do ano passado, segundo levantamento da Secretaria de Comércio Exterior (Secex). De acordo com os dados, o produto movimentou US$ 314 milhões —o equivalente a R$1,7 bilhão no câmbio atual. O volume de açúcar exportado por Alagoas representa 71% do total das exportações alagoanas no período, que atingiram US$ 441 milhões (ou R$ 2,3 bilhões). Esse valor representa um aumento de 58,6%, na comparação com janeiro a outubro do ano passado. Segundo a Secex, o valor resultante das exportações de açúcar é o maior dos últimos cinco anos. De janeiro a outubro de 2018, o produto rendeu às usinas alagoanas US$ 198 milhões (R$ 1,06 bilhão). O crescimento nesse período chegou a 58,5%. Apesar da alta, a balança comercial alagoana -medida pela diferença entre exportações e importações - registra um déficit de US$ 224,9 milhões em 2022. Os maiores compradores dos produtos alagoanos este ano foram a Finlândia, com US$ 80,4 milhões - o equivalente a 18,2% do total exportado. Em seguida aparecem a Geórgia, com US$ 67,3 milhões (15,3%), Argélia, com US$ 57,5 milhões (13%), e Canadá, com US$ 44,2 milhões (10%).

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Em todo o País, as exportações renderam US$ 3,921 bilhões a mais do que as importações – alta de 90% em relação ao registrado em outubro do ano passado, de US$ 2,064 bilhões. Esse é o terceiro melhor resultado para o mês, só perdendo para outubro de 2020 e de 2018. De janeiro a outubro, a balança comercial acumula superávit de US$ 51,64 bilhões. Isso representa 11,7% a menos que o registrado nos mesmos meses do ano passado. Apesar do recuo, o saldo é o segundo melhor da história para o período, perdendo apenas para os dez primeiros meses de 2021, quando o superávit tinha fechado em US$ 58,504 bilhões. No mês passado, o Brasil vendeu US$ 27,299 bilhões para o exterior e comprou US$ 23,378 bilhões. Tanto as importações como as exportações bateram recorde em outubro, desde o início da série histórica, em 1989. As exportações subiram 27,1% em relação a outubro do ano passado, pelo critério da média diária. As importações, no entanto, aumentaram em ritmo maior, 19,8% na mesma comparação. No caso das exportações, o recorde deve-se mais ao aumento dos embarques do que dos preços internacionais das mercadorias e do que do volume comercializado. No mês passado, o volume de mercadorias exportadas subiu em média 14,4% na comparação com outubro do ano passado, enquanto os preços médios aumentaram 5,7%. A valorização dos preços das mercadorias vendidas para o exterior poderia ser maior não fosse a queda do minério de ferro, cuja cotação caiu 33,9% na mesma comparação, e por produtos semiacabados de ferro ou de aço, cujo preço recuou 26%, por causa dos lockdown na China, que reduziram a demanda internacional. As informações são da Agência Brasil.

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