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Nº 5750
Economia

D�lar tem maior queda no per�odo de 30 dias

Ainda que frágil, a Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) se recuperou ontem. A bolsa paulista fechou em alta de 0,88%, com o Índice Bovespa em 23.818 pontos. O volume financeiro de R$ 1,093 bilhão foi o menor do mês e não chegou a entusiasmar os operad

Por | Edição do dia 22/01/2005 - Matéria atualizada em 22/01/2005 às 00h00

Ainda que frágil, a Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) se recuperou ontem. A bolsa paulista fechou em alta de 0,88%, com o Índice Bovespa em 23.818 pontos. O volume financeiro de R$ 1,093 bilhão foi o menor do mês e não chegou a entusiasmar os operadores. O dólar retomou a trajetória de desvalorização e fechou em queda de 1,10% nesta sexta-feira, cotado a R$ 2,686 na compra e R$ 2,688 na venda. Foi a maior queda percentual em um único dia desde 20 de dezembro. Entre os fatores que puxaram a cotação para baixo estiveram a valorização do euro e o fluxo cambial nitidamente positivo. Os títulos da dívida externa subiram e levavam o risco-país a cair 2,05% no final da tarde, aos 428 pontos-base. Além da liquidez reduzida, as ações brasileiras foram prejudicadas pelo mau desempenho negativo das bolsas americanas, que recuavam no final da tarde. A incerteza quanto ao futuro da taxa Selic continuou a rondar o pregão da bolsa, deixando os negócios concentrados em operações de curtíssimo prazo. “Depois de quedas fortes, algumas ações sempre ficam atrativas e se recuperam. Mas a bolsa precisa de notícias concretas que dêem sustentação aos preços. Por enquanto, os investidores têm se concentrado somente nas notícias ruins, como o aumento dos juros”, disse um operador. Mesmo com o resultado desta sexta, o Ibovespa fechou a semana com queda acumulada de 4,4%. No mês, a queda é de 9%. Entre as ações que fazem parte do Ibovespa, as maiores altas do dia foram de Embraer ON (+4,4%) e Caemi PN (+4,2%). As quedas mais significativas do índice foram de Sabesp ON (-2,6%) e Telemar Norte Leste PNA (-2,3%). Segundo informações das mesas de câmbio, o fluxo cambial positivo teria sido garantido pelo ingresso de recursos de captações externas feitas recentemente, como CSN e Votorantim. Com a liquidez melhor, o Banco Central aproveitou para fazer o primeiro e único leilão de compra da semana. A instituição comprou recursos a R$ 2,706 pela manhã, e a cotação acelerou a queda no período da tarde. No acumulado da semana, o dólar caiu 0,52%.

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