Economia
MACEIÓ TEM O 14º METRO QUADRADO MAIS CARO DO BRASIL, APONTA ÍNDICE
Na capital alagoana, o preço médio do metro quadrado ficou em R$ 7.349, segundo levantamento
Maceió tem o 14º metro quadrado residencial mais caro do Brasil, de acordo com o índice FipeZap+, que acompanha o mercado imobiliário em 50 cidades brasileiras. Na capital alagoana, o preço médio do metro quadrado ficou em R$ 7.349. O metro quadrado mais caro do Brasil está em Balneário Camboriú (SC), com R$ 11.876. Já o mais barato é comercializado em Betim (MG), por R$ 3.611.
A capital alagoana registrou preço mais alto que outra capitais nordestinas, como Recife (R$ 7.302), Fortaleza (R$ 6.901) e Salvador (R$ 5.681). A média ponderada do mercado brasileiro, de acordo com o levantamento do FipeZap+, é de R$ 8.400 o metro quadrado. Dez cidades ficam com os preços acima do referencial de preço dos imóveis no país.
O levantamento da FipeZap+ mostra ainda que em março o preço dos imóveis em Maceió teve alta de 1,30%, a quarta maior alta do Brasil. No cenário nacional, o Índice FipeZAP+ registrou aumento de 0,42%, após avanço de 0,38% no mês anterior. Em termos de abrangência geográfica, a valorização mensal dos imóveis do segmento residencial foi observada em 42 das 50 cidades monitoradas pelo
Índice FipeZAP+, incluindo 12 das 16 capitais incluídas nesse rol: Manaus (+1,75%); Campo Grande (+1,69%); João Pessoa (+1,35%); Maceió (+1,30%); Goiânia (+1,22%); Salvador (+1,20%); Florianópolis (+1,20%); Belo Horizonte (+0,74%); Recife (+0,59%); Fortaleza (+0,44%); São Paulo (+0,43%); e Rio de Janeiro (+0,06%). Em contraste, houve recuo mensal nos preços de imóveis residenciais em: Porto Alegre (-0,20%); Brasília (-0,17%); Vitória (-0,15%); e Curitiba (-0,03%).
Ao final do primeiro trimestre do presente ano, o Índice FipeZAP+ de venda residencial acumulou alta de 1,10%. A alta nominal nos preços residenciais ao fim do primeiro trimestre foi compartilhada por 44 das 50 cidades monitoradas pelo Índice FipeZAP+, incluindo 15 das 16 capitais já mencionadas: Campo Grande (+5,12%); Goiânia (+4,09%); João Pessoa (+3,79%); Manaus (+3,49%); Maceió (+3,45%); Florianópolis (+3,14%); Salvador (+2,64%); Belo Horizonte (+1,62%); Fortaleza (+1,44%); Recife (+1,08%); São Paulo (+1,05%); Rio de Janeiro (+0,34%); Porto Alegre (+0,19%); Curitiba (+0,17%); e Brasília (+0,09%).
As únicas cidades em que os preços dos imóveis residenciais recuaram em março foram: Porto Alegre (-0,20%); Brasília (-0,17%); Vitória (-0,15%); e Curitiba (-0,03%). Mas no trimestre apenas Vitória escapou da alta. Na capital capixaba, o valor de venda dos imóveis caiu 4,3% de janeiro a março. Uma realidade invejável para 44 cidades monitoradas pelo índice onde os imóveis residenciais ficaram mais caros nesse período.
O motivo, no entanto, pode não ser de causar tanta inveja assim. A queda pode estar ligada a um reajuste natural do mercado imobiliário em Vitória, que tem o quarto metro quadrado mais caro do país e possivelmente uma demanda que não consegue absorver essa oferta.