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Exporta��es alagoanas t�m redu��o de 10,96%

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PATRYCIA MONTEIRO As exportações alagoanas tiveram queda de 10,96% no período de janeiro e fevereiro deste ano em relação ao mesmo período de 2004. É o que informa o mais recente relatório da balança comercial brasileira por unidade da Federação divulgado ontem pelo Ministério do De-senvolvimento, Indústria e Comércio (MDIC). Nos dois primeiros meses de 2005, Alagoas faturou US$ 105 milhões contra US$ 118 do ano passado. A queda nas vendas para o exterior foram influenciadas pela diminuição do volume de mercadorias do setor sucroalcooleiro para o exterior. Em janeiro/fevereiro de 2004, o Estado exportou 560,6 milhões de quilos de açúcar contra 432 milhões de quilos produto no mesmo período deste ano ? uma queda de 22,6%. O álcool também teve redução de envio para o mercado externo. Ano passado foram exportados 65,1 milhões de litros do produto, enquanto em 2005 foram apenas 39,1 milhões. Houve uma redução de 40% de envio de álcool para o exterior. Dessa forma, os faturamentos com a venda deste produtos também apresentaram queda. Em 2004, o açúcar totalizou US$ 94,5 milhões no comércio externo. Este ano, foram US$ 84 milhões. A perda de receita com álcool foi 25,85% menor. De US$ 17,1 milhões, o faturamento caiu para US$ 12,2 milhões. O curioso é que entre os produtos da agroindústria canavieira alagoana, o melaço foi o único que apresentou variação positiva. Houve um incremento de 7,15% na comercialização do produto no mercado estrangeiro. Ele passou de US$ 1,558 milhões exportados para 1,670 milhões. Entre os produtos químicos que fazem parte da balança comercial do Estado, o policloreto de vinila, exportado pela Braskem, teve aumento de volume e faturamento considerável. Em 2004 foram vendidos 78 mil quilos do produto para o exterior, contra 1,4 milhão deste ano. Com isso o faturamento saltou de US$ 66 mil para 1,4 milhão. Apesar da variação negativa de 6,28%, o dicloroetano, outro produto da Braskem, teve um bom desempenho este ano em relação ao ano passado. É que com menos volume do produto a empresa cloroquímica conseguiu proporcionalmente faturar mais, deixando claro que houve uma valorização de seu produto no exterior. Em 2004 a empresa vendeu para o exterior 17 milhões de quilos da matéria-prima química por US$ 4,4 milhões. Este ano foram 8,6 milhões de quilos que geraram uma receita de US$ 4,1 milhões. Outro aspecto curioso é que as exportações de cimento ultrapassaram os valores comercializados com o fumo no mercado externo. Foram US$ 397 mil contra 139 mil.

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