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�ndice de emprego � recorde em abril

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O número de novos postos de trabalho com carteira assinada atingiu recorde histórico para meses de abril e para o primeiro quadrimestre de ano. De acordo com os dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) do Ministério do Trabalho, divulgado ontem pelo ministro Ricardo Berzoni, em abril foram criados 266.095 postos de trabalho formal, elevando para 558.317 o número de empregos com carteira assinada criados nos primeiros quatro meses do ano. Foi o melhor resultado para o mês desde o início da série histórica, em 1992. O número de empregos criados em abril é mais do que o dobro do registrado em março, quando foram gerados 102.965 empregos formais. O ministro do Trabalho, Ricardo Berzoini, classificou o resultado do mercado formal de trabalho em abril como ?extremamente positivo? e afirmou que ele confirma a manutenção do ritmo de crescimento registrado no ano passado. ?Creio que podemos afirmar que o mercado de trabalho, na caracterização do Caged, segue com o mesmo ritmo de crescimento verificado no ano passado?, afirmou. Emprego industrial O nível de emprego industrial recuou 0,2% em março na comparação com fevereiro, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgados ontem. Em fevereiro, a pesquisa havia registrado recuo de 0,1%. Em compensação, a folha de pagamento do trabalhador da indústria cresceu 1,4%, o quarto resultado consecutivo de expansão. Na comparação com março do ano passado, houve aumento de 2,2% no nível de emprego industrial. Essa é a 13ª taxa positiva nesta base de comparação. Das 14 áreas pesquisadas, 11 apresentaram crescimento no total de empregos em relação a março de 2004, com destaque para São Paulo (2,2%), Minas Gerais (4,9%) e região Norte e Centro-Oeste (6,0%). O número de horas pagas aos trabalhadores caiu 1% em março em relação a fevereiro. Na comparação com março de 2004 houve aumento de 1,5%. Nesta base de comparação, o desempenho foi disseminado em 10 das 14 regiões e 10 dos 18 setores pesquisados. Os setores que mais contribuíram para a expansão foram alimentos e bebidas (5,1%), meios de transporte (10,5%) e máquinas e equipamentos (3,1%).

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