loading-icon
MIX 98.3
NO AR | MACEIÓ

Mix FM

98.3
quarta-feira, 05/08/2026 | Ano | Nº 6282
Maceió, AL
24° Tempo
Logo Gazeta de Alagoas Logo Gazeta de Alagoas
Home > Economia

Economia

Milho: oferta extra n�o diminui pre�o

Ouvir
Compartilhar

FÁBIA ASSUMPÇÃO Repórter A chegada de caminhões de milho, em número cada vez maior, no pátio da Central de Abastecimento de Alagoas (Ceasa) é o sinal de que as festas juninas estão próximas. De acordo com os vendedores, até semana passada, eles tinham de disputar o milho de apenas um caminhão. Hoje, estão chegando em média quatro a cinco carregamentos por dia na Ceasa. O sinal evidente de uma maior oferta de milho está no próprio pátio da Ceasa, tomado pelo produto, além de vendedores espalhados pelas áreas adjacentes ao mercado e pontos tradicionais como a Praça do Centenário, no Farol, e da Faculdade, no Prado. Mesmo com o aumento da oferta, os preços do milho estão assustando os consumidores. A mão do milho está sendo vendida entre R$ 10,00 até R$ 18,00. Na Ceasa, os preços estão mais em conta, variando entre R$ 6,00 a R$ 10,00 a mão. Mas, esses preços podem subir com o aumento da procura, no período de São João. Pernambuco O vendedor de milho, Genaldo de Almeida, informou que a maioria do milho está vindo de Pernambuco. Mas há também uma boa quantidade chegando de Arapiraca. Segundo ele, este ano as vendas estão melhores do que no ano passado. Ele atribuiu isso ao fato de os preços estarem mais baixos. ?Ano passado, a mão do milho chegou a R$ 20,00?. O feirante José Lino de Melo disse que vai deixar a venda de limão de lado, para vender milho. ?Quando chega essa época ninguém compra mais nada. Eu vendia um saco de limão de 30 quilos, por até R$ 40,00. Hoje estou vendendo por R$ 10,00 e ninguém compra?. Demanda Já os vendedores que fazem ponto na Praça do Centenário ainda não estão muito animados com as vendas. Mas, acreditam que a partir de hoje, na véspera da festa de Santo Antônio e São João o movimento vai melhorar. A vendedora Quitéria Santos está vendendo milho vindo de Arapiraca, um dos poucos municípios em Alagoas que tiveram uma boa produção este ano. Mas a maior quantidade vem de Pernambuco e Sergipe. O milho vindo de fora acaba encarecendo o preço do produto, porque os vendedores são obrigados a pagar o frete mais caro dos caminhões. Por outro lado, Quitéria explica que o milho de melhor qualidade é sempre mais caro.

Relacionadas