loading-icon
MIX 98.3
NO AR | MACEIÓ

Mix FM

98.3
quinta-feira, 06/08/2026 | Ano | Nº 6283
Maceió, AL
24° Tempo
Logo Gazeta de Alagoas Logo Gazeta de Alagoas
Home > Economia

Economia

MP do Bem custar� R$ 1,5 bilh�o, diz o ministro Palocci

Ouvir
Compartilhar

Julianna Sofia Folhapress O governo abrirá mão de uma receita de R$ 1,5 bilhão neste ano com as medidas para desoneração de investimentos previstas na chamada ?MP do Bem?. Segundo o ministro da Fazenda, Antonio Palocci Filho, a perda de arrecadação estimada para 2005 deverá ser compensada, no médio prazo, com a tributação do lucro que as empresas beneficiadas obterão com os investimentos. ?Vale esse custo porque, como se trata de incentivo ao investimento, no médio prazo, esse recurso será mais que recuperado, taxando a empresa depois que ela lucrou, que é o mecanismo mais correto e inteligente de fazer tributação?, declarou o ministro. Em Londres, Palocci se reuniu com ministros da Economia do G-8 (EUA, Japão, Reino Unido, Canadá, Alemanha, Itália, França e Rússia). São encontros preparatórios para a reunião que ocorrerá em julho na Escócia. China, Índia, África do Sul e Brasil participam como convidados. Melhores opções De acordo com o ministro, a ?MP do Bem? ainda está sendo finalizada, pois o governo está escolhendo as melhores opções para reduzir os tributos sobre os investimentos. Ele negou divergências com o Ministério do Desenvolvimento sobre o tema. Entre as medidas que farão parte da MP está a desoneração de PIS/Cofins para investimentos em setores exportadores. O governo também aproveitará a edição da MP para aperfeiçoar a legislação que trata do patrimônio de afetação (que tira o terreno e o prédio do patrimônio da construtora), o que deverá beneficiar as empresas da construção civil. ?O Brasil colocou em sua contabilidade a tributação dos investimentos. Não podemos fazer tudo [desoneração] em um ano só?, disse o ministro. A princípio, os incentivos fiscais deverão beneficiar novos investimentos que exportarem pelo menos 80% da sua produção, mas há pressões para reduzir esse limite para 50%.

Relacionadas