Economia
Pre�os de pl�sticos ter�o refer�ncia
| INVERTIA Os preços na cadeia de resinas plásticas brasileira ainda são ditados pela Ásia e Europa, no exterior, e por algumas grandes petroquímicas ?formadoras de preços? instaladas no País. A formação de estoques ainda é uma das únicas armas dos consumidores de resinas para protelar reajustes dentro da cadeia, embora esta manutenção seja onerosa. BOLSA A partir desta semana, o Brasil poderá dar início à formação de uma referência de preços transparentes. A London Metal Exchange (LME), que desde maio deste ano vem aceitando negócios com resinas plásticas, está convidando as petroquímicas nacionais a conhecer este instrumento financeiro e entrar na bolsa londrina. Grandes empresas globais, como a norte-americana Dow Chemical, além de petroquímicas indianas, israelenses e asiáticas já atuam na bolsa. ?Cada país acaba criando seu próprio preço referencial local, porque embora a qualidade da resina seja a mesma, a cultura de preços e os custos logísticos são diferentes em cada país?, disse a responsável pela presença da LME no Brasil, Mariângela Guazelli.