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Exporta��es chegam a US$ 307,5 mi

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As exportações brasileiras de software chegaram a US$ 307,45 milhões no ano passado. Desse total, US$ 151 milhões foram exportados por empresas de capital nacional e US$ 156,47 milhões por multinacionais. Os dados fazem parte da pesquisa Perfil das Empresas Exportadoras de Software, apresentada semana passada pela Associação para Promoção da Excelência do Software Brasileiro (Softex). Esse número, porém, é uma estimativa, já que as exportações declaradas das empresas brasileiras ficam abaixo disso. Pelo que as empresas dizem que exportam, o número entre as estrangeiras permanece o mesmo, mas o das nacionais cai para US$ 40,78 milhões, reduzindo a soma para US$ 197,25 milhões. O coordenador da pesquisa, Rui Quadros, afirma que existe uma forte tendência entre as empresas nacionais de subestimarem seus ganhos. Entre os motivos para isso, Quadro destaca que boa parte das vendas externas são efetivadas por escritório no exterior. Outro fator são as questões fiscais. O número estimado, considerado o mais próximo da realidade por Quadros, foi obtido pela receita total dessas empresas. A pesquisa apurou que 15% do faturamento vêm das vendas externas, portanto o número declarado não seria o correto. ?O valor declarado não é um bom número?, afirma Quadros. A receita total das empresas pesquisadas é de US$ 3,328 bilhões, sendo US$ 1,246 bilhão das nacionais e US$ 2,08 bilhões das estrangeiras. A pesquisa, realizada pela Softex em parceria com a Universidade de Campinas (Unicamp), colheu dados junto a 31 empresas, sendo 22 de capital nacional e nove multinacionais. Essas empresas respondem por 90% das exportações do setor. Google e IBM O Google e a IBM estão trabalhando juntos para facilitar as buscas no universo corporativo - além de procurar informações em documentos e ferramentas de e-mail, os funcionários poderão encontrar o que procuram nos bancos de dados de suas empresas. Para isso, a IBM vai associar seu sistema de buscas corporativas OmniFind à ferramenta gratuita Google Desktop. ?Juntar os produtos faz sentido para as duas companhias?, afirmou David Girouard, gerente geral da unidade de negócios do Google. ?Há muitas informações que ficam guardadas dentro de empresas. Nossa intenção é oferecer um serviço ativo que mostra todos esses dados?, disse Jon Prial, vice-presidente da IBM para gerenciamento de conteúdo. Segundo o executivo, os usuários poderão procurar dados relativos às corporações, e-mails, posts de blogs, imagens, arquivos de áudio e de vídeo, entre outros. Geralmente, se quiser ter acesso a todas essas informações, o funcionário tem de usar diversas ferramentas de busca. ### Microsoft ameaça boicote à Coréia A Microsoft ameaçou retirar seu sistema operacional Windows do mercado sul-coreano, em reação a um processo antitruste envolvendo o gigante dos softwares e o país asiático. ?Essa possibilidade será colocada em prática?, disse a Microsoft, ?caso a agência antitruste desta nação exija que a companhia desvincule seus programa de comunicação instantânea e o Media Player da plataforma. A FTC (Fair Trade Commission, órgão equivalente ao Conselho Administrativo de Defesa Econômica) da Coréia do Sul investiga acusações de que a Microsoft vai contra leis antitruste ao vender o Windows com esses programas. ?Se o órgão pedir que a Microsoft remova códigos ou faça novas versões do Windows somente para o mercado sul-coreano, teremos de retirar o produto desse mercado?, afirmou a companhia, via comunicado. Segundo a FTC, o país vai continuar com essa deliberação. ?Independentemente do que eles façam, não haverá mudanças em nossa postura relacionada ao combate de práticas comerciais injustas?, disse Lee Tae-hwi, da FTC. No início do mês, a RealNetworks encerrou o processo antitruste que movia contra a Microsoft - elas chegaram a um acordo de US$ 761 milhões. A RealNetworks processou a empresa de Bill Gates sob a acusação de que a venda de seu tocador multimídia era prejudicada, pois o Media Player já vinha instalado no Windows.

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