Economia
Vendas do com�rcio sobem 20,47%
| DA EDITORIA DE ECONOMIA O alagoano não perdeu o fôlego para as compras. Em setembro, as vendas no comércio varejista do Estado registraram aumento de 20,47% em relação ao mesmo mês no ano passado, segundo Pesquisa Mensal do Comércio realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). É o décimo oitavo mês consecutivo em que a variação de alta de Alagoas supera o crescimento médio do País, que, em setembro, ficou em 5,62%. Só para relembrar, no mês de julho, o incremento médio brasileiro ficou em 4,49%, enquanto o de Alagoas foi de 18,77%. Já em agosto, o Brasil registrou alta de 6,81% e Estado de 22,51%. No Nordeste, o maior incremento nas vendas varejistas foi registrado pela Paraíba, com alta de 38,01% em setembro. Em seguida veio Sergipe (30,37%), Piauí (27,84%), Maranhão (27,49%), Rio Grande do Norte (25,01%) e Ceará (22,85%). Alagoas teve a sétima melhor média, ficando acima apenas de Pernambuco (18,81%) e a Bahia (9,84%). Brasil As vendas do comércio varejista do País apresentaram crescimento de 5,62% em setembro sobre igual período de 2004, completando o 22º mês de expansão neste tipo de comparação. O movimento de vendas, apesar de permanecer positivo, mostra uma desaceleração, pois em agosto houve expansão superior a 6% na comparação com igual mês de 2004. No ano, o volume de vendas do varejo acumula expansão de 4,98% e, em 12 meses, de 6,05%. Segundo o IBGE, em setembro, na comparação com o mesmo mês do ano passado, das oito atividades do varejo que fazem parte do levantamento, apenas uma registrou retração nas vendas: combustíveis e lubrificantes, de 7,14%. O maior impacto positivo, por sua vez, veio das atividades de hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo, com expansão de 3,86% no comércio. Os demais segmentos apontaram as seguintes variações positivas em relação a setembro do ano passado: móveis e eletrodomésticos (+12,30%); tecidos, vestuário e calçados (+11,46%); artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos (+10,51%); equipamentos e material para escritório, informática e comunicação (+53,51%); livros, jornais, revistas e papelaria (+8,37%); e outros artigos de uso pessoal e doméstico (+18,76%).