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Telefonia celular contribui para PIB da Am�rica Latina

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| GLOBO ONLINE A indústria de telefonia celular está contribuindo para um forte desempenho da economia latino-americana, incentivando o investimento de capital, crescimento, emprego e receitas governamentais. Essa é uma das conclusões de um estudo elaborado pelas empresas de pesquisa Ovum e Indepen para a Associação GSM (GSMA), GSM América Latina e AHCIET. Nos seis países em que o estudo foi realizado, a indústria de telefonia móvel gera um total de US$ 20 bilhões para a atividade econômica, o equivalente aproximadamente a 1,3% do Produto Interno Bruto (PIB) da região. Ao mesmo tempo, o setor representa uma contribuição de 2,5% dos investimentos realizados. Os dados do estudo também mostram que, somente no ano passado, as operadoras investiram mais de US$ 7 bilhões. A pesquisa conclui que o setor gera um total de US$ 10 bilhões em receitas derivadas de impostos para os governos do Brasil, Colômbia, Chile, México, Peru e Venezuela, com a criação de 2,3 milhões de postos de trabalho nesses países. Outro dado detectado pelo estudo é que as operadoras latino-americanas investiram aproximadamente 23% de seus lucros em despesas de capital nos últimos três anos, o que, em termos de receitas, representa uma proporção muito mais alta do que a observada em outros setores. BRASIL Os investimentos totais das operadoras de telefonia fixa e móvel no setor de telecomunicações devem chegar a R$ 12,5 bilhões em 2006, o que representará uma queda de 7,4% em relação aos R$ 13,5 bilhões previstos para 2005, segundo a 4ª Fase da Pesquisa Banco de Dados de Mercado realizada pela Associação Brasileira de Empresas de Soluções de Telecomunicações e Informática (Abeprest). Do total dos investimentos estimados pelas empresas do setor para o próximo ano, R$ 3,818 bilhões (cerca de 30% do total) poderão ser destinados à prestação de serviços de telecomunicações, o que compreende instalação, construção, expansão, manutenção e operação de rede. O valor será 2% inferior ao esperado para este ano, de R$ 3,875 bilhões. Em contrapartida, o montante previsto para 2005 é 2% superior ao de 2004, de R$ 3,810 bilhões.

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