Economia
UE autoriza uso de milho transg�nico
A Comissão Européia, braço executivo da União Européia (UE), autorizou três tipos de milho geneticamente modificado da Monsanto Co. (MON) para uso no mercado. Dois tipos de milho serão usados para alimentos e ingredientes alimentares e o terceiro tipo será usado na produção de ração animal. A variedade geneticamente modificada, preparada para resistir a muitos tipos de pestes, não pode ser cultivada na Europa, apenas importada. As safras transgênicas dividem a Europa. A Comissão Européia quer permiti-las com o objetivo de amenizar a tensão comercial com os EUA e manter a agricultura européia competitiva. A decisão aumenta para nove o número de variedades geneticamente modificadas licenciadas pela UE desde a moratória de seis anos do bloco sobre as safras transgênicas, encerrada em maio de 2004. França, Portugal e a República Tcheca se juntaram à Espanha e à Alemanha no cultivo de alguns tipos de milho transgênico comercialmente. Mas a área combinada com esses produtos ainda é de 100.000 hectares. Do outro lado, os EUA cultivaram cerca de 49,8 milhões de hectares em 2005, de acordo com um relatório recente. Exportação de Carne Os Estados Unidos devem voltar a exportar carne bovina à Coréia do Sul, até o fim de março, pela primeira vez em mais de dois anos, graças a um novo acordo firmado entre os dois países, segundo o secretário de Agricultura dos EUA, Mike Johanns. ?Nós apreciamos a conclusão de nossas negociações técnicas em Seul?, disse Johanns. ?Isso abrirá caminho para a reabertura do mercado de carne bovina da Coréia, e antecipamos que os negócios serão retomados até o fim de março, depois que a Coréia completar seus procedimentos de importação.? Assim como muitos países, a Coréia do Sul suspendeu as importações de carne bovina norte-americana, em dezembro de 2003, após a descoberta de uma caso de vaca louca no estado de Washington. Petróleo no Chile A petroleira estatal chilena Enap anunciou na última sexta-feira uma forte alta dos preços dos combustíveis a partir desta semana em função da disparada dos preços no mercado internacional. O Chile importa quase todo o petróleo que consome anualmente e utiliza como principal referência de preços a costa do Golfo do México. Outro fator que influenciou na decisão foi a alta da demanda por combustíveis para calefação na Europa, o que produziu uma redução da oferta das exportações de produtos ao mercado americano. A gasolina teve alta em torno de 5% e o diesel ficou cerca de 4% mais caro.