Economia
Novo pre�o ainda n�o foi definido
| MARCOS RODRIGUES Repórter O segundo aumento dos combustíveis em dois meses ainda não está vigorando nas bombas da capital ou interior. Segundo o presidente do Sindicato do Comércio Varejista de Derivados do Petróleo (Sindcombustíveis), Mário Jorge Uchôa, as razões envolvem a indefinição do cálculo de valores. ?Temos a indicação do aumento que foi determinado pelo próprio governo. Porém, dependemos da efetivação dos valores para fecharmos nossos cálculos?, argumentou o presidente do Sindcombustíveis por telefone. Para o representante da categoria, o problema reside no levantamento de custos de transporte, nos preços que serão estabelecidos pelas distribuidoras e ainda na arrecadação do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS). Expectativa Mas a expectativa do sindicato é que o preço máximo do álcool chegue a R$ 1,95 (10%), enquanto o da gasolina R$ 2,83 (5%). De uma forma ou de outra, o consumidor é quem vai pagar. Ontem a repercussão do aumento preocupou alguns consumidores. O taxista aposentado Paulo Brasil confirmou que o aumento vai pesar no orçamento. ?Eu não completo o tanque há muito tempo?, desabafou. A pedagoga Nilva Primo fez um investimento em um automóvel bicombustível (gás e gasolina) para economizar e reclama. ?Já mudei para economizar, mas temo que até o gás aumente. Vai ser difícil ter carro desse jeito?, diz.