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PR indeniza donos de gado sacrificado

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| José Antonio Pedriali Estadão Online Londrina - Proprietários de quatro fazendas do Paraná que tiveram o rebanho abatido por causa da febre aftosa foram indenizados, na última sexta-feira, por determinação do vice-governador e secretário de Agricultura, Orlando Pessuti, que presidente o Conselho Estadual de Sanidade Animal (Conesa). O sacrifício dos animais teve início dia 8, em Maringá, e deverá ser concluído nesta semana, em Loanda. Sete fazendas foram consideradas foco da aftosa. O dinheiro da indenização foi liberado pelo Fundo de Desenvolvimento da Pecuária, formado por entidades privadas mas supervisionado pelo Conesa. O dinheiro liberado nesta sexta equivale a 50% da indenização determinada pela Comissão de Avaliação e Sacrifício, composta por técnicos da Secretaria e Ministério da Agricultura. A outra metade da indenização é de responsabilidade do governo federal. Foram indenizados até o momento 498 animais, a um valor unitário médio de R$ 645. O sacrifício dos 6,5 mil animais condenados custará ao Paraná e à União aproximadamente R$ 4,2 milhões. Lote Maior O sacrifício do maior lote de animais - 1,8 mil, na Fazenda Cachoeira, em São Sebastião da Amoreira - iniciado quarta-feira, deveria ser concluído nneste sábado. A Secretaria de Agricultura prevê terminar os sacrifícios no final da próxima semana em duas fazendas em Loanda, onde estão alojados 4,2 mil animais. As fazendas onde o rebanho foi abatido estão observando o período de ?vazio sanitário?, após o que serão introduzidas ?sentinelas? (animais sem vacinação) para testar a erradicação da aftosa. Vaca louca Autoridades japonesas confirmaram o primeiro caso de vaca louca em rebanhos criados especificamente para o abate, informou na última sexta-feira a agência de notícias Kyodo, citando o ministério da Saúde do país. Segundo a Kyodo, o animal de 14 anos criado em uma fazenda na cidade de Nagasaki testou positivo para a doença e foi sacrificado. Representantes do ministério da Saúde citados pela agência disseram que no início do mês a vaca não conseguia ficar de pé e foi enviada para análises. O Japão havia confirmado na quinta-feira seu 23º caso de vaca louca em uma vaca de cinco anos, mas o animal era uma vaca leiteira e não destinada ao abate. Após a confirmação do primeiro caso de vaca louca em 2001, o governo do Japão começou a testar todo o gado doméstico destinado ao mercado de abate e proibiu o uso de material nas rações que poderia transmitir a doença.

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