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Economia

Foco nas micro e pequenas empresas

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| PATRYCIA MONTEIRO Editora de Economia Após seis anos à frente da Federação das Indústrias do Estado de Alagoas (Fiea), o paraibano José Carlos Lyra foi reeleito e novamente tomou posse na cadeira de presidente da instituição há pouco mais de uma semana. E, com o mesmo ânimo daqueles que o recolocaram na liderança do setor industrial do Estado, esse engenheiro de 59 anos falou à Gazeta sobre as tendências do setor e suas apostas para o futuro. Gazeta - Como está o segmento industrial de Alagoas? José Carlos Lyra Andrade - Como é de conhecimento de todos, o setor sucroalcooleiro ainda permanece como a locomotiva da economia alagoana. O segmento atingiu sua plenitude, tem bom desempenho comercial, sobretudo nas exportações, mas esgotou todas as possibilidades de investimento no Estado, migrando com competência para o Centro-Sul do País. Por isso, visando um desenvolvimento maior do segmento industrial, precisamos buscar uma diversificação econômica no Estado. Nesse sentido, um dos segmentos industriais mais promissores é o da cadeia produtiva do plástico. Capitaneada pela Braskem, que produz a matéria-prima, essa cadeia agrega várias empresas de pequeno e médio porte dinâmicas e já está atraindo o capital de outras regiões ? graças ao incentivo fiscal oferecido pelo governo do Estado em apoio ao programa de Arranjo Produtivo Local (APL) do Plástico. ///

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